O que pode ser melhor que Rodrigão parlando italiano em Roma? Ainda que válido, juro que não é esse o motivo dele ser o destaque desse post.
Sensível, o nacional Meu País não explora a miséria, mas as relações em família. Começa com um Rodrigo antipático, fechado e quase canastrão, vindo da Itália, onde construiu sua vida, totalmente isolado do pai e do irmão.
Quando chega ao Brasil, toma contato com antigas lembranças e faz descobertas, como a existência da irmã doente mental, personagem de Débora Falabella, que tem a sua melhor atuação em anos. E é ao longo desse imbróglio que André Ristum tira o melhor do Rodrigão.
