Kingsman: O serviço Secreto por Melhor Tarantino

285436-kingsman-secret-service-movie-posterNão, não cometemos um erro. Sabemos que Kingsman: Serviço Secreto (2014) não é do aclamado diretor, mas é evidente que Matthew Vaughn faz referência ou  homenagem ao estilo único do colega.

Para começar tem spoiler aqui. Mas Kingsman também tem cena de matança em uma capela de cidade do interior. Hello, Kill Bill? Tem vilã com prótese letal no lugar das pernas. Oi, Planeta Terror! (tá aqui o Tarantino só foi produtor, mas estava ali, né!) Tem cabeça voando em explosão de sangue colorido. Tem vilão maravilhosamente tosco querendo se dar bem e com final merecido e esperado. Beleza, todos os filmes do Tarantino?!

Matthew vem surpreendendo como já fez em X-Men: Primeira Classe, que deu dinamismo novo a série dos mutantes e KickAss (Vamos ignorar Stadust nesse momento). Em Kingsman: O Serviço Secreto não é diferente. O filme é entretenimento garantido e exatamente o que se espera de mais um desses filmes de espionagem, agentes secretos, ingleses, bem vestidos, que dão porrada pra valer sem amassar o terno impecável. A cena final é (ao meu ver) desnecessariamente machista e boba, mas a diversão permanece. Veja!

Titanic por Melhor Desenhista

Hoje, 15 de abril, é o Dia Mundial do Desenhista. E para homenagear esses artistas escolhemos uma velharia clássica (lá se vão dezoito anos O.O). Tudo começou por causa desse desenho e veja só no que deu.

A cena é uma das mais parodiadas do filme, como essa da incrível Ellen.

E obrigado Titanic, James Cameron, Kate Winslet e Leo pela frase: “Draw me like one of your french girls!” que para sempre estará gravada em nossas mentes e corações.

😉

Fil

 

Uma Longa Queda por Melhor Exceção

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Dizem por aí que a versão do livro é sempre melhor que a versão para telona. Nesse caso discordamos. Esse blog gosta dos livros do aclamado autor Nick Hornby, mas preferimos a versão para o cinema.

A exceção dessa regra pode ser conferida também no já quarto livro do autor que virou filme, Uma Longa Queda, em exibição atualmente na HBO. Na nossa humilde opinião de alguma forma arrastada os livros acabam decepcionando no final o que dificilmente acontece nos curtos 96 minutos hollywoodianos.

A história de 4 completos estranhos que se encontram em cima de um prédio na noite de ano novo com o mesmo objetivo, o suicídio, não chega a surpreender e animar tanto quanto o mais conhecido livro/filme do rapaz, Alta Fidelidade, mas ainda sim é um bom entretenimento. E tem a Toni Collete que é maravilhosa e que sempre vale a pena ver a atuação.

Os outros 3 livros do autor que já viraram filmes são: Amor em Jogo, Um Grande Garoto e o já comentado Alta Fidelidade.

Beijos, Fil

Trainspotting por melhor “POOP”

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Recentemente em uma cerimônia especial foram divulgados os indicados ao prêmio da 87ª Academy Awards, aka o Oscar. Se você ainda não sabe quem está no páreo, conheça aqui.  Uma situação totalmente inesperada durante o evento porém roubou a cena e é claro invadiu as redes sociais rapidamente.

Imagina que você  tem a nobre função de divulgar os nomes dos indicados ao Oscar ao vivo para todo o mundo e sem querer comete uma baita gafe. Foi o que aconteceu com a Presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs.

No melhor estilo Willian Waack, Cheryl se confundiu toda (tadinha) ao pronunciar o nome de Dick Pope, indicado a melhor fotografia pelo filme Mr. Turner, e no lugar de um inocente Pope tivemos um sonoro “Poop”. Não adiantou consertar depois, milhares de twitters invadiram a net e o erro foi pauta de todo comediante americano que fez sua gracinha em cima. Falando em “Poop”, chegamos ao nosso indicado do dia, um clássico e com a melhor cena escatólogica do cinema na humilde opinião desse blog. Trainspotting já deu as caras por aqui, mas nunca sob esse ângulo.

Recordar é viver, fiquem agora com: “É com você, Zelda Merda.” hihihi

E a pequena gafe da Cheryl:

Abraços, Filipe

360 por Melhor Bilhetinho

Bom.. comentei com a Pref sobre 360 saindo da sala do cinema. É claro que há melhores filmes, nada dele é muito especial para se enquadrar em um de nossos prediletos. É assim, um filme angustiante, porque você fica esperando que algo aconteça e …nada. Nada muito interessante, nada muito anormal, nada muito especial. Poderia, mas não acontece. Mas enfim, assim é também a vida, não?!

Dirigido por Fernando Meireles, o filme tem um elenco incrível e alguns tupiniquins falando ok em inglês. Tem a mesma narrativa de várias histórias que se encontram já vistas em NY, Eu Te Amo. De novo, nada novo.

Por fim, se fosse dar uma indicação (e o faço agora) seria a do bilhete, quase um conselho, dado pela brasileira Laura (interpretada pela atriz Maria Flor) ao simpático Sr. John (o veterano Anthony Hopkins). spolier alert. 

(…) Never done this kind of thing before. But you only live once. How many chances do we get?

 

Espera-se de um brasileiro essa coisa Carpe Diem. Espera-se de nós essa coragem para sair da rotina e agarrar as oportunidades que aparecem. Podemos ir atrás de algo diferente que, enfim, nos mude, nos complete, nos satisfaça. Pode ser, mas, às vezes, nada especial é o que realmente acontece. Afinal, assim é também a vida, não?!

P.S.: Destaque para a trilha sonora gostosinha.

Bjos, Fil

Habemus Papam por Melhor Crise no Trabalho

Quem nunca teve uma crise no trabalho?! Achou que aquilo tudo não era para você, que você não nasceu para aquela função?! Quem nunca sentiu o peso da responsabilidade e quis gritar e chorar como criança pedindo colo?! Quem nunca travou em um job, trabalho, função e achou que não ia conseguir chegar ao fim sem sofrer um bocado?! Agora imagina que você é o mais novo Papa e milhões de fiéis católico no mundo todo esperam pelo seu discurso!

Aproveitando minhas emergenciais e recém chegadas férias antes de ter uma crise no trabalho (risos) fui assistir Habemus Papam (We have a Pope, 2011), um filme do diretor italiano Nanni Moretti, que também atua como o terapeuta contratado para ajudar o novo Pontífice nessa nova função de muita responsabilidade.

O filme é uma graça, divertido, leve e emotivo. Deixe a crise de lado, sai mais cedo do trabalho e vá assistir. Em São Paulo no Reserva Cultural ou no Playarte Lumière.

Beijos, Filipe

A Condenação por Melhor Irmã e Melhor Amiga

Por causa de um título horrível, você pode perder um bom filme. Obviamente não escolhi A Condenação (2010) pelo título, assim como não escolho livros pela capa. Mas Conviction, o título em inglês, é muito melhor e após assistir o filme você entende porque ele não só é adequado como bom.

Mas confesso, escolhi sim pela protagonista, Hilary Swank. Sou atraído por essa mulher e por todos os seus filmes. Você pode dizer que ela é feia, magricela e coisa e tal, mas man, ela tem mojo! (e é uma p… atriz). Imaginei, portanto, que ignorando o título medonho eu poderia ter bons momentos com ela. Não me arrependi. Hilary não me decepcionou e só me surpreendeu no papel de uma mulher que acima de tudo ama seu irmão e como dito no próprio filme, sacrifica sua vida por ele, condenado a passar o resto dos dias na prisão. Convicta (sacou?!) de sua inocência, ela abre mão dos seus desejos, do tempo com os filhos, do marido e da sua vaidade numa cruzada durante 18 anos em busca de uma forma de tirá-lo da cadeia.

O filme é baseado em uma história real. Não sabendo disso, passamos boa parte do tempo imaginando mil finais possíveis que o deixariam, eu diria, hollywoodmente mais interessante. A realidade pode não ser tão empolgante quanto sua imaginação. Mas, nesse caso foi surpreendentemente muito bom. Sempre tenho horas maravilhosas com Hilary. ;D

Ah…sabe quem também está nesse filme?! No papel da Melhor Amiga que diz o que você não quer ouvir, mas precisa?! (E todo mundo precisa de uma amiga dessas, não é mesmo?!) É a Minnie Driver, lembra dela? Eu a adoro. Ela também não é um padrão Hollywood, tem um rosto lindo, mas de proporções exageradas, um bocão, olhos enormes emoldurados por aqueles cabelos cacheados, completamente diferente do comum. Mojo! Ela também está mais madura e muito menos esganiçada do que você lembra em Gênio Indomável.

Beijos , Filipe