Lanterna Verde por Melhor Auto Ajuda

Ahn?

Auto Ajuda?

É isso mesmo. E se você é fã dos heróis, provavelmente seus pelos arrepiaram e seus batimentos aceleraram com qualquer associação maluca que eu possa fazer.

Não me mate!

Eu nunca escondi de ninguém que o especialista em Marvel em casa é o meu irmão, que tem uma extensa coleção de gibis e tem a paciência de me explicar “a vida real” a cada novo filme. Eu gosto de uma boa história, mas vou mais atrás mesmo é da diversão.

E isso explica por que eu gostei de Lanterna Verde e fiquei um pouco entediada com Capitão América. Mesmo sem ser 3D, o guardião é muito mais maroto.

Ok, eles poderiam ter explorado um pouco mais a vida do Hal Jordan. Concordo.

Só que aí o protagonista deveria ser outro, porque, convenhamos, esse Hal Jordan a gente já viu em outros filmes: ele tem as mesmas caras e as mesmas piadinhas do Andrew Paxton (A Proposta), Will Hayes (Três Vezes Amor) e Wade Wilson (Wolverine). Todo mundo sabe que o Ryan Reynolds é um ator limitado. Aliás, quem se lembra disso quando ele tira a camisa? Ou mesmo com aquela roupa emborrachada?

 Not me!

 

A cena que eu mais gostei do filme é aquela em que o Sinestro detona o Hal Jordan, aquele humano cheio de medinho. Para mim, soou como um belo discurso auto-ajuda. Esse trecho, infelizmente, não está disponível no youtube, mas não podia deixar de compartilhar o texto:

I fear nothing. Fear is the enemy of will. Will is what makes you take action.  Fear is what stops you and makes you weak. You must ignore your fear. When you’re afraid,  you can’t act. You can’t act, you can’t defend. You don’t defend, you die!

 

PS: Lembra do Ryan Reynolds fazendo o juramento na Comic Con? Adoro essa cena.

 

Ranking: Mulheres com + de 50

O Estadão uma bela matéria sobre a falta de papéis para mulheres maduras em Hollywood.  O foco foi a Ellen Barkin, que “se sentiu nua diante da câmera” ao interpretar uma estrela de cinema decadente em Shit Year, de Cam Archer

Aos 56 anos, Ellen já ficou seis anos sem conseguir um bom papel.  Pensou em desistir até mudar de lado e trabalhar atrás das câmeras como produtora ou diretora.

Todo mundo sabe que Meryl Streep é uma exceção nessa indústria.  Consegue bons papéis, atrai boas histórias e, principalmente, rende milhões aos estúdios.

Então,  o desafio que me coloquei  foi fazer um ranking de 15 atrizes acima dos 50 anos, que merecem, por sua beleza e talento,  mais atenção.

São elas:

15. Vanessa Redgrave, 73.

14. Ellen Burstyn,  78

13. Barbra Streisand, 62.

12. Betty White,  88.

11. Angela Basset, 52

10. Jessica Lange, 61.

9Sally Field, 64.

8.  Gena Rowlands. 80

7. Joan Allen, 54

6. Maggie Smith, 76

5. Judi Dench, 76

4. Shirley MacLaine, 76

3 Emma Thompson,  51

2. Annette Benning, 52

1. Susan Sarandon, 64

E aí? Ficou faltando alguém? Quem é a sua preferida?

O Guarda-Costas por Melhor Premiação

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Toda premiação é a mesma coisa – muitas lágrimas, sorrisos nervosos, discursos histéricos… mas O Guarda-Costas, de 1992, quebrou todos os paradigmas:  

– a vencedora do Oscar, Rachel Marron, sofre um atentado ao vivo;

–  o morto-vivo Frank Farmer dá um banho de profissionalismo e mata, também ao vivo, o terrorista;

– Whitney Houston dá um banho de interpretação (sic) e arranca lágrimas quando grita It’s not me! It’s not me! He’s my bodyguard!!, enquanto  se  esforça para mantê-lo longe da luz.

E depois de tanto suspense, o alívio e o reencontro ao som de ‘And Iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…”

Foi muito difícil encontrar uma categoria para esse filme, que é um verdadeiro clássico. Cogitei colocar como Melhor Date, mas temos que admitir que Rachel e Frank não tinham muita química.

O primeiro encontro chega, inclusive, a causar vergonha alheia. Se Whitney Rachel tivesse visto Ele não está tão a fim de você, ela saberia que daquele mato não sairia muito cachorro.

Durante todo o date, ela fala feito uma maníaca (chata), ele mal olha para ela e aposto que só pega para provar que é macho. Ah, e a cena da espada refletindo a luz nos olhos deles?

Veja você mesmo:

Mas eu não quero detonar o filme por três motivos:

1- Eu confesso que era louca por ele no passado (a fita VHS deve estar guardada em algum lugar).

2- Eu gosto até hoje da trilha sonora, que rendeu duas indicações ao Oscar. Uma por Run to You

… e outra por I Have Nothing.

3 – Esse post celebra a volta da Whitney, após um afastamento de sete anos. É isso mesmo, minha gente!

31 de agosto é a data oficial do lançamento do novo disco, que pode ser conferido no site dela.  Eu já tenho, inclusive, a minha faixa preferida do  sexto álbum,  I Look to You.

Trata-se de Million Dollar Bill, que tem a cara de Alicia Keys, até porque foi escrita por ela, e o vozeirão inconfundível da Diva.

Segundo a Reuters, as primeiras críticas do álbum são promissoras e a Arista Records, da Sony, espera que ele seja um dos discos mais vendidos do ano.

PS1: O Guarda-Costas foi o début de Whitney nas telonas. Antes disso, ela tinha participado somente da série Gimme a Break!. Depois do sucesso com o Kevin Costner, ela fez, além de participações especiais na TV, os seguintes filmes:

Falando de Amor, com a  Angela Basset. A trilha sonora, que contava também com Aretha Franklin e Mary J Blige,  foi feita pelo Babyface, gerou bom barulho e concorreu a 3 Grammy. Exhale (Shoop Shoop) é a faixa título:

Um Anjo em Minha Vida, com Denzel Washington.

PS2: Voltando ao O Guarda-Costas, o filme concorreu em 7 categorias (venceu em duas) ao MTV Movie Awards. A minha preferida? A indicação a homem mais desejado,  Kevin Costner. hahahahaha. Muito bom, MTV!!

E, claro, o filme da Whitney também arrasou no Framboesa de Ouro, recebendo sete indicações – pior filme, pior ator, pior atriz , pior revelação , pior canção original (Queen of the Night) e pior roteiro.

PS3: Whitney voltou ao Oscar em 1999 para cantar, ao lado de Mariah Carey, When you believe.  Produzida por Babyface, o hit ganhou o Oscar como Melhor Canção Original de O Príncipe do Egito, da Dreamworks.

Confira o dueto:

PS4: Esse post é dedicado ao Ricardo e toda a galera do Dona Rachel, que continuará sendo tendência. Afinal, Iiiiiiiiiiiiiii will always loooove youuuuuuuuuuuuuu, will alwaaaaays…