WishList: Liz Taylor vira Barbie

A Mattel homenageia a diva Elizabeth Taylor com duas versões da BarbieViolet Eyes e White Diamonds – aprovadas pela própria atriz, que faleceu em 2011.

Além dos penteados clássicos, as bonecas tem fitinha vermelha, que representa o trabalho feito por Liz com portadores de HIV, e acessórios, como jóias (claro!), luvas, sapatos de salto, óculos de sol e um mini frasco do perfume. Puro glamour!

 

Cada boneca custa, em média, 150 dólares.

PS: Outras divas já foram homenageadas pela Mattel, como Audrey Hepburn

…..Cher,…

Barbra, …

…e, claro, Marilyn.

 

Entre os homens destaque para um jovem Sinatra.

Quer saber mais? Entre no site para colecionadores da Barbie. Vale a visita!

Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família por Melhor Luta

É tão idiota que é bom, mesmo com um vídeo com qualidade tão ruim. (Desculpem-nos por isso).

PS: Little Fockers, nome original,  é o terceiro filme em que Greg (Ben Stiller) aguenta as neuroses e desconfianças do sogro Jack (Robert De Niro).

PS2: No primeiro filme, Greg é apresentado aos sogros. Entrando Numa Fria foi indicado a Melhor Nome aqui no blog – veja aqui.

PS3: No segundo filme, Entrando Numa Fria Ainda Maior, os pais de Greg entram em cena e, embora Barbra Streisand e Dustin Hoffman estejam impagáveis, quem chama atenção é um garotinho. Veja aqui.

PS4: De Niro brincou ao receber um Golden Globe em reconhecimento pela sua carreira: “I was very, very moved and gratified when you made the announcement two months ago, well before you had a chance to review Little Fockers.” 

PS5: A Jessica Alba chamou tanto a atenção que Harvey Keitel e Laura Dern quase passaram despercebidos.

  

Nosso Amor de Ontem por Melhor Sacode a Poeira e Dá a Volta por Cima

No último episódio da 2ª temporada de Sex and The City, Miranda comenta que Carrie que está vivendo a mesma situação de Kkkatie, a heroína de Barbra Streisand em Nosso Amor de Ontem.

E é inspirada nela que Carrie encontra coragem para  enfrentar Mr Big e  sua Natasha no The Plaza.

 

A cena original de Barbra é essa aqui:

 

PS: Nosso Amor de Ontem recebeu 6 indicações ao Oscar e levou duas estatuetas para casa por trilha e música.

PS2: Barbra canta até hoje The Way We Were.

 

PS3: Veja o trailer do filme de 1973.

Os Goonies por Melhor Personagem

Negue, se for capaz, que Sloth é inesquecível.

Cho-co-la-te!

PS1:  Esse filme marcou muitas infâncias, incluindo a minha.

É um dos poucos, aliás, que eu consigo assistir dublado.

PS2:  A Empire reuniu o elenco quando o filme completou 20 anos. Veja:

PS3: Quem se deu bem nesse grupo foi o enteado da Barbra, Josh Brolin, indicado ao Oscar e com bons drinque filmes no currículo, incluindo Milk,  Você vai conhecer o homem dos Seus Sonhos, Bravura Indômita e Onde os Fracos Não Têm Vez. Ah, ele também é casado com a Diane Lane.

    

Em segundo lugar, destaco a Martha Plimpton, que faz ótimas participações em The Good Wife, como a advogada da-na-da Patti Nyholm.

E eu, que jurava que o Gordo era o Mr Treeger, de Friends, …

… fiquei de queixo caído quando descobri pela Empire que, na verdade, ele é esse aqui:

PS3:  Já viu a máscara do Sloth? Entrou na Wish List aqui.

PS4:  Que tal a mistura de Goonies com Piratas do Caribe?

Ranking: 10 filmes Anti-Dia dos Namorados

É isso aí, Marilyn, my dear. Neste blog, solteiro não fica deprê por causa de Dia dos Namorados. Nós agradecemos por tudo que nós somos.  Nós celebramos a vida e a independência.

 

Portanto, no próximo domingo (12/06),  esqueça os corações e filmes melosos. Crie um clima de romance para você, acompanhado ou não por amigos.

Esses 10 filmes provam que não só a vida a dois vale a pena:

10. Clube das Desquitadas.

 

Entende do que eu tô falando?

 

9. Sob o Sol de Toscana

Porque é possível (aprender a) viver sozinho.

8. Yentl

Correr atrás do que realmente importa.

7. Elizabeth

Chegar looooonge.

 

6.  Shirley Valentine

Descobrir-se. Redescobrir-se.

 

5. As Férias da Minha Vida

Arriscar-se, ousar realizar sonhos, mesmo que eles não sejam do jeitinho que imaginava.

 

4. O Sorriso de Monalisa.

Quebrar paradigmas (por mais difíceis que sejam).

 

3. UP

Viver inesperadas aventuras com novos amigos.

 

2. Thelma & Louise


Aproveitar os velhos.

 

1. Curtindo a vida adoidado

Entendeu?

PS1: Com colaboração de Cris Camarena.

PS2:  Confira as indicações que Curtindo a Vida Adoidado, Sob o Sol de Toscana e Shirley Valentine já receberam nesse blog.

PS3: Faltou algum filme? Deixe o seu comentário.

Nasce uma Estrela por Melhor Bastidor

 

Há histórias fantásticas, e também muita baixaria, por trás de alguns filmes. Phil Ramone no livro Gravando! Os bastidores da Música compartilha detalhes de Nasce Uma Estrela.

” Nos estúdios cinematográficos de Hollywood, toda produção é roteirizada antes de começarem as filmagens. Se o filme for um musical, as partes vocais e instrumentrais são gravadas antes de os atores filmares suas cenas. Então, quando filmam uma cena em que há canto, os atores sincronizam o movimento dos lábios com a música. O diálogo, a música e os efeitos sonoros são todos mizados na pós-produção, para ser criada a trilha sonora final.

O desafio no caso de Nasce uma Estrela era que Barbra queria quebrar essa tradição e gravar todas as músicas do filme ao vivo, a medida que cada cena dosse representada. Qual era a razão disso?

Qualquer um que conheça bem o trabalho de Barbra sabe que ela sente e interpreta uma canção de maneiras diferentes cada vez que a canta. Era essencial captar cada nuance de sua voz – e sua expressão facial ao cantar – para transmitir de modo autêntico a premissa de Nasce uma Estrela. Barbra sabia que pré-gravar duas ou meses antes das filmagens comprometeria a espontaneidade de sua interpretação.

(…)

No filme, Barbra interpreta o papel de uma cantora (Esther Hoffman) que se apaixona por um astro do rock, John Norman Howard (interpretado por Kris Kristofferson). A medida que a trama se desenvolve, as orgias de Howard acabam por arruinar sua carreira, enquanto a de Esther começa a decolar.

(…)

Grande parte do filme foi rodado em locação no Arizona e o cenário para uma das principais cenas, um concerto de rock, foi no Sun Devil Stadium, na Arizona State University.  Em vez de simular um cenário e usar extras como plateia, o produtor de cinema Jon Peters contratou um famoso promotor de eventos musicais, Bill Graham, para que ele encenasse um autêntico festival de rock, com apresentações de cinco artistas, entre eles Peter Frampton e Carlos Santana.

A plateia consistia de estudantes e de outras pessoas das redondezas, que pagaram US$ 3,50 pelo ingresso. O plano era que cada uma das bandas de rock tocasse o seu set, com Barbra e Kris Kristofferson filmando suas canções nos intervalos entre cada set. (…)

Quando chegou o momento de filmar a primeira cena de Barbra, a equipe ficou ansiosa. Seria possível gravar tudo ao vivo nestas condições? Será que a plateia iria se comportar, apesar das longas horas que teriam que ficar ali e do calor?  Será que conseguiríamos um som e uma imagem com a qualidade que precisávamos? O cenário estava pronto; a plateia. em seu devido lugar; a equipe, pronta para começar a filmar.

Estavam todos intensamente concetrados. Alguns de nós estávamos tensos por sabermos que não era fácil para Barbra cantar na frente de grandes multidões. Ficamos com toda a nossa atenção voltada oara ela, para ver se estava nervosa. De fato, não havoa por que nos preocuparmos: a sua interpretação de Woman in The Moon em frente das câmeras foi triunfal.

Depois do segundo intervalo, ela voltou e se dirigiu mais uma vez à multidão. “Neste filme, falo a língua do rock’n’roll”, explicou. “Vocês não estão se divertindo pra caramba?”. A plateia veio abaixo. (…) No início da tarde, Santana tocou o seu set e Barbra pré-estreou Evergreen, uma balada que havia escrito com Paul Williams. “Vou ficar arrasada se vocês não gostarem”, disse ela. A plateia gostou e a failmagem continuou até bem depois das seis da tarde.

(…)

Nossa próxima parada seria o cenário para clímax de sete minutos e vinte segundos do filme: o auditório Grady Gammage Memorial, da universidade, um prédio histórico projetado por Frank Lloyd Wright. (…) A cena final era bastante longa. Embora a maioria dos atores torça o nariz a um diretor que queira filmar um plano-sequência contínuo, Barbra insistiu nisso. (..) Antes de deixar o auditório, assiti ao vídeo da cena final de Barbra. Embora ela estivesse maravilhosa, faltava-lhe o brilho que eu já vira em suas representações anteriores. Apesar de duvidar que ela fosse aceitar regravar a cena, resolvi dizer-lhe minhas impressões depois que ela tivesse tido a chance de relaxar. (…)

“Tudo bem, Phil?”, perguntou Barbra. “O que achou da cena de hoje?”.

“Bem”, comecei, escolhendo bem minhas palavras. “Achei boa. Mas falta alguma coisa. Acho que você pode dar mais de si mesma”.  Eu não estava mentindo. Eu sabia que, se Barbra dosse mais fundo, conseguiria realmente transmitir a dimensão da força da personagem. (…) Como eu já esperava, Barbra discordou.

“Você está louco?”, perguntou. “O take ficou bom – está feio”.

E, de fato, um pouco depois ouvi uma batida na minha porta. Era um assistente de produção com um recado da senhora Streisand. “Você tem uma chamda às oito horas no teatro – vamos filmar o final da cena novamente”. Sorri.

  

PS1: Sobre Barbra e Nasce uma Estrela, Phil Ramone ainda ressalta: “Apesar das histórias sensacionalistas que você provavelmente já ouviu, Barbra é uma pessoa delicada e sensível que exige dos colegas apenas aquilo que espera de si mesma e Nasce Uma Estrela foi um filme importante. (…) Havia tensões no set? Sem dúvida. Com todos aqueles grandes talentos trabalhando no filme era certo que haveria brigas”.

PS2: Ele conta, ainda, detalhes sobre Evergreen: “Uma das minhas melhores lembranças foi ouvir Evergreen pela primeira vez. Barbra estava aprendendo a tocar violão para que seus movimentos parecessem reais, e uma noite, enquanto praticava, improvisou uma melodia muito bonita. No dia seguinte, tocou-a para nós e a música era fantástica – quase clássica em sua simplicidade. Barbra também tocou-a para Leon Russell, que a achou belíssima. Barbra ficou muito orgulhosa de Evergreen. Mostrou-se um tanto reticente com relação a contribuir com algo que ela haviacomposto, mas é, de longe a melhor canção do filme. Paul Williams adicionou letra à melodia e Evergreen veio a ser a canção-tema do filme. Eventualmente, ganhou o Oscar e o Golden Globe de melhor canção e é, até hoje, uma das músicas mais requisitadas de Barbra.

Num Dia Claro de Verão por Melhor Coadjuvante

Se você é um dos muitos que queria-ser-Jack Nicholson, saiba que há esperança. Ele já foi um mero coadjuvante em um filme de, pasme!, Barbra Streisand.

PS1: Sim, ele já tinha alguns filmes no currículo.

PS2: Num Dia Claro de Verão é um filme de Vincente Minelli. É uma comedinha, com muita música (a la Barbra) e cores fortes e vibrantes – típico, aliás  do pai de Liza. O figurino é uma atração à parte.

PS3: Mais Minelli aqui.

Ranking: Mulheres com + de 50

O Estadão uma bela matéria sobre a falta de papéis para mulheres maduras em Hollywood.  O foco foi a Ellen Barkin, que “se sentiu nua diante da câmera” ao interpretar uma estrela de cinema decadente em Shit Year, de Cam Archer

Aos 56 anos, Ellen já ficou seis anos sem conseguir um bom papel.  Pensou em desistir até mudar de lado e trabalhar atrás das câmeras como produtora ou diretora.

Todo mundo sabe que Meryl Streep é uma exceção nessa indústria.  Consegue bons papéis, atrai boas histórias e, principalmente, rende milhões aos estúdios.

Então,  o desafio que me coloquei  foi fazer um ranking de 15 atrizes acima dos 50 anos, que merecem, por sua beleza e talento,  mais atenção.

São elas:

15. Vanessa Redgrave, 73.

14. Ellen Burstyn,  78

13. Barbra Streisand, 62.

12. Betty White,  88.

11. Angela Basset, 52

10. Jessica Lange, 61.

9Sally Field, 64.

8.  Gena Rowlands. 80

7. Joan Allen, 54

6. Maggie Smith, 76

5. Judi Dench, 76

4. Shirley MacLaine, 76

3 Emma Thompson,  51

2. Annette Benning, 52

1. Susan Sarandon, 64

E aí? Ficou faltando alguém? Quem é a sua preferida?

Frame: Oscar

Então, vamos falar do Oscar. Só que, mais do apontar os meus favoritos, eu queria relembrar os grandes momentos dessa festa.

Regras do Jogo

1) Qualquer comentário é bem-vindo.

2) Coloquei aqui aqueles que lembro, que vivi e torci. E isso quer dizer que alguns clássicos, como O Poderoso Chefão e E O Vento Levou, não serão citados. (porque eu não sou tão velha assim…)

3) Os vídeos mais antigos foram desativados e você terá que ver no youtube. Como diz a Pink, Please don’t leave me.

4) Os meus critérios são completamente subjetivos. Sim, os seus também podem ser.

BEST PICTURE

Vocês sabem que meu coração pertence a Bastardos Inglórios, mas não acho que esse ano será do Tarantino.

1994, porém, foi um grande ano. Essa categoria foi apresentada por Robert De Niro e Al Pacino (eu sei: OMG! OMG! OMG!) e os concorrentes eram Forrest Gump, 4 Casamentos e 1 Funeral, Pulp Fiction (Melhor Overdose e Dança), Quiz Show e Um Sonho de Liberdade.

E o ganhador é um clássico, daqueles que a gente cita frases até hoje:

Actor in a Leading Role

Meu feeling diz que esse ano será do Jeff Bridges. A minha torcida é pelo Colin Firth (na verdade, eu só não fico feliz se o Jeremy Renner, de Guerra Ao Terror, ganhar. Nada pessoal, mas acho que pode comer um pouco mais de grama antes de levar a estatueta para casa).

Há muito tempo ele não faz um filme bom, mas tudo bem. Depois de Hannibal Lecter, Anthony Hopkins pode tudo.

Eu aposto, porém, que você se lembra do ROBERTO!

  

E ainda, na noite de homenagem ao Sidney Poitier

o Oscar (oh, I Love My Life!) do Denzel.

Actor in a Supporting Role

Dá um aperto no peito pelo Christopher Plummer, mas it’s a Bingooo. Christoph Waltz é o cara!! 

A lista de atores coadjuvantes é impressionante, mas alguém é páreo para o Coringa do Heath Ledger?

And this is for his beautiful Matilda! \o/

 Actress in a Leading Role

 Todo mundo sabe que eu amo a Meryl. E ela passou por todo o estresse pré-premiação 16 vezes e pela frustração de voltar com as mãos abanando 14 vezes.

Meryl darling, I’m sorry. Receio que essas estatísticas vão aumentar, porque eu também estou torcendo para a Sandra.

E o momento? Ah, a Julia né? Adoro Julia, adoro o sorriso, a gargalhada, a veia estourando na testa, adoro o humor, adoro o vestido, love it all!!

Evocando o passado rapidamente, um bocadinho de Audrey (ainda mais por A Princesa e O Plebeu que foi um dos primeiros posts desse blog —->veja aqui.)

Actress in a Supporting Role

Eu não vou escolher a Mo’Nique, porque eu tenho medo dela. So the Oscar goes to… Maggie Gyllenhaal!!

 E escolher uma ex-ganhadora foi difícil. Teve a Jennifer Hudson (porque eu gosto dela, gosto de Dreamgirls e gosto de American Idol),

a Catherine Zeta-Jones (que quase deu a luz na premiação) e

a Penélope.

Animated Feature Film

Eu torço por UP e o adorável Mr. Fredricksen(cuja voz é do Christopher Plummer).

 Essa categoria passou a existir em 2001 somente – tanto é que A Bela e A Fera concorreu a Melhor Filme no passado.

Directing

Tarantino, bóvio!

 E um momento marcante (e idiota, mas conveniente) foi o James Cameron gritando I’m the king of the world!

(E, se ele já se sente o rei do mundo, ele não precisa ganhar agora, certo?)

Writing (Original Screenplay)

Tarantino por Bastardos Inglórios!

 

E quem esquece dessa dupla?

Music (Original Song)

Nine! Nine! Nine!

Essa é uma das categorias que eu mais gosto e costuma nos brindar com apresentações marcantes, como a Madonna nervosa e desafinada com You Must Love (Evita),

um Aerosmith comportado (Armageddon),

a Whitney engolindo a Mariah (O Príncipe do Egito),

e Celine e Andrea Bocelli, cantando a música da animação A Espada Mágica (lembro que a Meryl chorou!! ´É, sim, de tão lindo!!).

Aliás, você pode não gostar dela, mas Celine reina no Oscar. Cantou a música de A Bela e A Fera,

 do Titanic e

de Íntimo e Pessoal.

Nesse ano (1997), ela cantou ainda I Finally Found Someone, de O Espelho Tem Duas Faces. A música é da Barbra, que se recusou a comparecer a cerimônia por não ter sido indicada a melhor atriz. Bafão!!!

Essa é a original, com Barbra e Bryan Adams.

Adooooooooooooooooooooooro!

PS1: Outro bafão, desta vez do ano passado, a Jen Aniston toda sorridente em frente ao Brad.

PS2: Tem o beijão do Adrien Brody na Halle ‘Storm’ Berry.

PS3:  o escândalo do Cuba Gooding Jr.

PS4: E aí?

Entrando Numa Fria Maior Ainda por Melhor Palavrão

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A primeira palavra do pequeno Jack é inesquecível.

De novo!!  De novo!!

PS1: O Little Jack, na verdade, são dois – os gêmeos Spencer e Bradley Pickren.

PS2: Merecia, ainda, a indicação a Melhor Pet pelo Mr Jinx, gato do Robert de Niro (no filme e na vida real) que ficou famoso pela cena em que utiliza o toilette.