WishList: Cartas de Amor

Você lembra dessa cena de Sex And The City – O Filme

 Essa cena fez muitas fãs do seriado, e romântica inveteradas, correrem para as livrarias em busca do tal livro de cartas de amor. Pois deram com os burros n’água!!!

O livro não existia e isso virou até matéria na americana CBS e no inglês Independent.

Graças ao capitalismo selvagem, autores e editoras correram para lançar obras com as cartas de Napoleão Bonaparte, Ludwig van Beethoven e cia.

 É o caso de Ursula Doyle, responsável por Cartas de Amor de Homens Notáveis, lançado no Brasil pela Best Seller

Fala sério!!!

Provavelmente foi um dos livros mais fáceis de fazer e um dos mais prazerosos de ler.

“Com os membros trêmulos e a alma febril, me deliciei. Convulsões, suspiros e murmúrios mostraram a imensa desordem dentro de mim, desordem que o beijo só fez aumentar, pois aqueles lábios queridos injetaram em meu coração e em minhas entranhas um veneno delicioso e uma ruína inevitável, mas encantadora”

De William Congreve para a Sra Arabella Hunt.

 

Fãs de Carrie e Big,  relaxem!!

O famoso “Para sempre vosso. Para sempre minha. Para sempre nosso“, de Ludwig, também está lá.

 

PS1: Na Amazon, é possível encontrar uma dezena de livros sobre cartas de amor. Um deles é o Love Letters Of Great Men – Vol. 1. É igualzinho, ou bem parecido, com o da Carrie.

PS2: O meu eu comprei na Saraiva mesmo e foi bem baratinho. Passa lá, BOBA!

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Anjos e Demônios por Melhor Cenário e Melhor Acessório

Roma sempre rouba a cena.

Cultura inútil? Sabe por que o Professor de Harvard Robert Langdon usa um relógio do Mickey Mouse?

Ele ganhou o acessório dos seus pais no seu aniversário de 9 anos. ‘Usa’ desde então para lembrar de ter calma e levar a vida menos a sério. 😉

PS1: Quem gosta de Dan Brown ou de qualquer história que remeta à maçonaria deve adquirir logo O Símbolo Perdido, novo best seller (e blockbuster) do autor de Anjos & Demônios e O Código da Vinci.

Marley & Eu por Melhor Amizade

Já que o Telecine nos brinda com Marley & Eu dia e noite/noite e dia, achei conveniente falarmos desse filme.

Eu tinha lido o livro do John Grogan e por isso já entrei no cinema chorando e devidamente equipada com uma caixa de lenços. E esse também é o motivo pelo qual Marley & Eu foi encaixado nessa categoria, que pode parecer para você um baita clichezão.

Nas palavras do John:

It was really quite simple, and yet we humans, so much wiser and more sophisticated, have always had trouble figuring out what really counts and what does not.  Sometimes it takes a dog with bad breath, worse manners, and pure intentions to help us see.  Ask yourself, how many people in the world can truly make you feel rare, pure, and extraordinary?

Só um grande amigo, o MELHOR amigo, folks!

Porque  “A dog doesn’t care if you’re rich or poor, educated or illiterate, clever or dull. Give him your heart and he will give you his“.

Outras coisas que eu adoro nesse filme?

– quando o Marley apóia o focinho no joelho da Jen, que chora após sofrer o aborto espontâneo.

– o adestramento (ou a tentativa de) com uma Kathleen Turner horripilante (vc realmente culparia o Marley?)

–  todas as trapalhadas embaraçosas dele. #prontofalei.