RED por Melhor Explicação

 

Com a Lady Helen Mirren não tem bla bla bla. É Curto e Grosso.

Joe: Sarah,  this is Victoria, best led work asset in the business. A full artist with an RPN.

Sarah: What’s, what’s that? 

Victoria: I kill people,  dear.

PS1: Eu gosto de RED e não sei qual parte é mais divertida: ter o cacife de Helen Mirren, John Malkovich, Bruce Willis e Morgan Freeman e fazer um filme despretensioso e idiota como esse ou ainda, mesmo aposentado, ter prazer na sua profissão. That’s the beauty of it!

PS2: Para quem ainda não viu, um petisco:

PS3: Post dedicado ao GG.

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Wishlist: Marilyn e JFK

É claro que todo mundo já ouviu falar que JFK e Marilyn eram amantes, mas é muito mais fácil recordar a adorável família americana com um triste e precoce fim.

São tantas as fotos da elegante Jackie O, …

… a clássica imagem do John-John com o pai no Salão Oval,…

…e a história do presidente, esperança de um país, brutalmente assassinado, que a lavagem cerebral é completamente normal.

Ah, tem também o filme de Oliver Stone, lançado em 1991 com Kevin Costner e Gary Oldman no elenco.

A parte mais sórdida da história está em Marilyn e JFK, de François Forestier.  “Baseado em entrevistas com figuras da época e em fatos verídicos, o livro revela a paixão da musa e desmistifica a aura de bom moço do presidente americano”.  Foram dez anos de relacionamento acompanhados por vários figurões, incluindo Frank Blue-Eyes Sinatra, a máfia, a CIA e a KGB.

Ficou curioso?

Então olha só o trecho que narra um dos episódios mais conhecidos do mundo:

“- Faça um vestido que somente Marilyn ouse usar.

O criador desenha um sonho: um vestido feito com um tecido tão leve que parece transparente, uma nuvem de seda. O tecido foi especialmente confeccionado para a ocasião e, vestindo Marilyn, Jean-Louis confirma:

– Suponho que a senhora estará nua.

– Inteiramente!

Foi preciso sobrepor vinte camadas de seda nos seios e entre as pernas, para evitar a transparência, e 6 mil pedras do Reno foram semeadas por todo o tecido, fazendo o vestido cintilar. Durante sete dias seguidos, 18 costureiras trabalharam nele: impossível vesti-lo. Precisou ser costurado na estrela. Literalmente: moldado em Marilyn. (…) O traje custou 12 mil dólares, ou seja, oito vezes mais em dólares do século XXI. Em 1999, em leilão da Christie’s, atingiu a soma de um milhão de dólares.

Há alguns dias Marilyn sabe que vai cantar na festa de aniversário do Presidente. Entraria no final de um show extraordinário, e ela tem consciência do que está sendo insinuado: é ela o presente de JFK. A anti-Jackie. Tudo faria, entrão, para ser o quea primeira-dama não é:provocante, sexy, engraçada. Richard Adler, o organizador do evento, pede que Marilyn ensaie uma cançoneta, um Happy Birthday divertido. Ela se põe a trabalhar com Hank Jones, um pianista conhecido. (…) Ao ouvir a versão de Feliz Aniversário de Marilyn, os dois homens se desesperam. É, pura e simplesmente, uma canção de striptease, um convite lúbrico, uma melodia lasciva, mais adequada para o Crazy Horse Saloon de Paris.

Adler, que nada sabe da ligação entre o Presidente e a estrela, telefona diretamente a JFK:

– Será uma catástrofe, senhor Presidente.

– Não se preocupe.

Mass Adler já previu uma substituta. Shirley MacLaine está à disposição, apesar de reticente.

(…)

No dia seguinte, Marilyn chega antes da hora e se tranca no camarim. Seu novo cabeleireiro, Mickey Song, e as costureiras se põem a trabalhar. Enquanto o primeiro dá um movimento inédito aos cabelos da cliente, as demais preparam o vestido, o famoso vestido. (…) Carregada por braços fortes, incapaz de andar com o vestido ultracolante, Marilyn é levada aos bastidores como um pacote frágil. Peter Lawford, Mister Lealdade, preocpado, repete pela vigésima vez:

– E agora, senhor Presidente, senhoras e senhores, ….Marilyn!!!

Nada acontece. Pois, atrás das cortinas, o vestido havia estourado. “Todo mundo pôde ver que ela não tinha nada embaixo”, lembrou-se um dos atores presentes. Então, volta ao camarim. (…)

– Senhor Presidente, na história do espetáculo, mulher alguma jamais teve tanta importância, fez tanto….Senhor Presidente, aqui conosco a loura que tem um efeito de bomba-relógio, Marilyn Monroe!

Um projetor único banha Marilyn com seu facho. A sala explode. Com passos minúsculos, como uma gueixa, sorrindo, em transe, a estrela se aproxima. Diante do microfone, livra-se da estola de arminho e, sozinha, entoa a importal versão de Happy Birthday, nom meio de um silêncio religioso. Os 15 mil democratas estão apralisados de surpresa. Dorothy Kilgallen expolicaria em sua crônica:

“É como se ela fizesse amor com o Presidente, diante de 40 milhões de telescpectadores”.

Não imaginava o quanto era exato o que dizia. Pois enquanto Marilyn sussurrava “Happy Birthday, Mister President….”, iluminada pelo facho de luz de um projetor, os ascensoristas e artistas nos bastidores vêem… o vestido estourar”

PS1: Mais trechos do livro no site da Veja.

PS2: Joe diMaggio, ídolo dobaseball, ex-marido e eterno apaixonado por Marilyn, morreu em 08/03/1999, 37 anos depois da amada. Reza a lenda que suas últimas palavras foram: “Agora vou encontrar Marilyn”.