Frame: Meryl em Hope Springs

Meryl Streep, enredo bonitinho (e conhecido), elenco bom, poster melhor ainda…SOLD!

 

PS: Não, você não está louco. A bartender é a Elizabeth Shue, a Ali com i, namoradinha do Karatê Kid.

 

PS2: O filme já tem site oficial. Confira aqui.

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O Noivo da Minha Melhor Amiga por Melhor Conselho

 

O Noivo da Minha Melhor Amiga estreou no último fim de semana e, se você ainda não viu e não gosta de spoiler, é melhor parar por aqui.

Acontece que esse filme é uma das melhores românticas dos últimos tempos. Convenhamos, minha gente, há muito tempo a gente não via um “material de qualidade” – talvez no cinema independente, mas em Holywood? Nãããããoooo!

Pois, Kate Hudson parece querer ocupar o lugar que Meg Ryan e Julia abandonaram. Ao lado da fofa Ginnifer, de Ele Não Estão Tão a Fim de Você e/ou Big Love, a filha de Goldie, cada vez mais parecida aliás, consegue arrancar boas gargalhadas e suspiros de corações românticos.

Ok, o abdômen de Colin Egglesfield ajuda,…

… mas meu coração já elegeu John Krasinski como o melhor coadjuvante de comédias românticas.

E é o personagem dele quem dá o melhor conselho de todos os tempos:

You’re all going to hell anyway, so you might as well do something for yourself for once!

Então, corra pros cinemas:

Um Amor de Vizinho por Melhor Verdade

E quando você pega um trechinho de um filme desconhecido e o personagem principal solta essa:

We wanted freedom. Sometimes freedom means saying no.

 

É um sinal?

PS1:  Um amor de Vizinho é um filme americano lançado em 2007:

A Proposta por Melhor Troca e Melhor Presente

Eu demorei muito tempo para falar desse filme simplesmente porque a minha cena preferida não estava disponível. Graças ao Papai do Céu, ao Youtube e ao dissmeemma, eu posso agora dividi-la com vocês:

Take the dog???

Essa outra, minha gente, é um presente para vocês, amigas, e para vocês, amigos, desse Brasil-sil-sil!!!!

 

PS1: Se vc quer mais uma desculpa para espiar o Ryan, que tal ver os erros de filmagem?

 

PS2: Se vc curte a Sandra Bullock, não perca o post sobre Quando o Amor Acontece, Miss Simpatia, 28 Dias e Da Magia à Sedução.

PS3: Overdose de Ryan? Então, clique em Três Vezes Amor.

Crítica: Amor à Distância

Não é o mote desse blog fazer reviews – e acho que isto está bem claro aqui. Abri essa categoria quando fui ver Eclipse, porque precisava compartilhar com o mundo minha alegria na pre-estreia do blockbuster da Stephanie Meyer.

Abro outra exceção hoje após ver Amor à Distância – filme que citei há pouco mais de uma semana. Não vou te fazer retomar aquele post. O trailer me dava a impressão (ok, ok, eu usei a palavra certeza) de que a minha DVDteca ia ganhar mais uma unidade.

Sim, eu me enganei. E venho, por meio deste post, admitir que pequei errei.

Eu sei o que você está pensando: “você estava muito ansiosa por esse filme e por isso se decepcionou”.

Mas não é isso.

Comédias românticas são (quase sempre) óbvias, mas eu gosto daquelas que, mesmo sabendo o final, eu torço para que o casal fique junto, porque os personagens são bons, as histórias estão amarradas… a própria Drew tem bons filmes do gênero no currículo – Nunca Fui Beijada e Amor em Jogo são dois exemplos.

Isso não acontece em Amor à Distância. A personagem dela é fraca e não é nem um pouco envolvente. E Justin Long é bonitinho, carismático, mas não entrega mais do que já vimos em Ele não está tão a fim de você.

Some-se a isso uma tonelada de clichês, piadas escatológicas, cenas de sexo etc. Aliás, a impressão que dá às vezes é que eles fizeram um Crtl C + Ctrl V de vários blockbusters para fazer esse. Um dos amigos de Garrett, por exemplo, tenta ser uma cópia do cunhado estranho de Se Beber, Não Case.

Muito esforço (sendo bem otimista) em vão.

Uma boa comédia romântica nem precisa de tudo isso. Mensagem Pra Você é para mim o melhor exemplo disso.

Uma sugestão? Não fique desanimado com o meu post. Se estava a fim de ver, vá ver. Na volta, passe aqui para deixar a sua impressão.

 PS1: Para não dizer que estou amarga hoje,  confesso que gostei da trilha sonora. Também com Cat Powers, The Cure, The Pretenders… e The Boxer Rebellion, que me fez ter vontade de escutar The Killers. Já está à venda na Amazon, é claro.

PS2:  Tá, digo mais:  não foi pior que Idas e Vindas do Amor.

Leap Year por Melhor Proposta

Não acha?

Always kiss like it’s the first time and the last time.

 

PS1: Leap Year é uma tradição irlandesa segundo a qual no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto o homem é obrigado a aceitar, nesta data, o pedido de casamento.

PS2: Esse filme é um daqueles que a gente começa a ver já sabendo o final. E é um dos melhores dessa categoria que vi nos últimos tempos.

PS3: Veja o trailer:

Bora pra Irlanda, minha gente!

Ah…o amor… por Melhor Teoria

Recentemente, o cineasta Marco Bellocchio disse à Folha de S.Paulo que o cinema italiano não vive uma má fase. “Mas quantos filmes italianos chegam ao Brasil? O que vocês conhecem?”, perguntou.

É mesmo. É muito mais fácil encontrar filmes argentinos e franceses nos nossos cinemas do que italianos. E, olha, que até comédias românticas eles fazem.  É o caso de Ah…O Amor.

Lançado em 2009,  o longa segue a receita de Simplesmente Amor e acaba sendo muuuuito melhor que Idas e Vindas do Amor, para mim a Maior (e não melhor) decepção de 2010.

Ah…O Amor é romântico, é engraçado e é exagerado (afinal, é italiano!!). Em outras palavras, uma deliciosa sessão da tarde.

E ainda tem uma teoria que pode render boas conversas de cocotas (ou explicar muita coisa):

Amor é uma doença perigosa, que ao contrário de sarampo e catapora, pode nos contagiar várias vezes durante a nossa vida.

VOU AMAR VOCÊ PRA SEMPRE.

VOCÊ É A MULHER DA MINHA VIDA

Mas, sobretudo,

NUNCA VAMOS NOS DEIXAR.

São as típicas frases que dizemos quando estamos apaixonados. Qual de vocês já disse pelo menos uma vez?

É isso! Evidentemente não sabiam que a dopamina, um neurotransmissor, aumenta na fase inicial da paixão. Digamos que a dopamina é uma espécie de droga natural, que nos faz ver o mundo colorido.

Mas esses valores tendem a se normalizar no período de dois anos. Pessoal, está cientificamente provado, que o amor romântico e passional acaba depois de menos de 1000 dias, a partir do primeiro beijo.

(…)

Conformem-se com isso. Mais dia, menos dia, na nossa vida, estamos todos fadados a virar um EX!

Não é?

PS1:  É claro que Ah…O Amor também tem declarações de amor. Eu gosto da fita cassete com músicas e a inscrição “Ti Amo, Sogno” e a do quebra-cabeça (a namorada vai morar na Nova Zelândia e na mala encontra um envelope com uma peça do quebra-cabeça que ela e o namorado estavam montando –  entrelinha: tá faltando um pedaço. Ã? ã? ã?)

PS2:  Ah…O Amor é dirigido por Fausto Brizzi.

PS3: Marco Bellocchio é um conhecido cineasta italiano, que lançou recentemente Vincere no Festival de Cannes.