A Lente do Amor por Melhor Definição

Quer saber o que é o amor? A Meg te conta.

Sam: He’s just in love. The same as me.

Maggie: Define love.

Sam: Why?

Maggie: Cause every other word out of your mouth is love and I’d like to know what it is this magical ideia of yours. Define.

Sam: I don’t know…it’s like all your life you walk around with this feeling of emptiness in your stomach, you feel completely hollow. And when you’re in love you feel not hollow. It’s like without it, there’s nothing. A shell. A cavernous emptiness. Forget it. You can’t define it.

Maggie: When I was a kid, my father had this dog that started to get all weak and sickly. He takes it to the vet, he examines it and says a maggot must have laid eggs in the dog’s butt. The baby maggots have crawled up, now they’ve started to grow, and eventually they’re gonna eat the dog alive from the inside. He says it should be put to sleep, because it’s an old dog anyway. But father won’t do it. He takes the dog home, he puts it on the bed, he reaches up into the dog, picking out the maggots with his finger, one by one. It takes him all night, but he gets every last one. That dog outlived my father. That’s love, Sam.

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A Proposta por Melhor Troca e Melhor Presente

Eu demorei muito tempo para falar desse filme simplesmente porque a minha cena preferida não estava disponível. Graças ao Papai do Céu, ao Youtube e ao dissmeemma, eu posso agora dividi-la com vocês:

Take the dog???

Essa outra, minha gente, é um presente para vocês, amigas, e para vocês, amigos, desse Brasil-sil-sil!!!!

 

PS1: Se vc quer mais uma desculpa para espiar o Ryan, que tal ver os erros de filmagem?

 

PS2: Se vc curte a Sandra Bullock, não perca o post sobre Quando o Amor Acontece, Miss Simpatia, 28 Dias e Da Magia à Sedução.

PS3: Overdose de Ryan? Então, clique em Três Vezes Amor.

Dois é bom, Três é Demais por Melhor Entrevista de Emprego

A gente não pode ser sincero mesmo…

Entrevistador: So why don’t you…describe yourself?

Dupree:  I’m a people person, very personable. I absolutely insist on enjoying life. Not so task-oriented. Not a work horse. If you’re looking for a Clydesdale I’m probably not your man. Like I don’t live to work, it’s more the other way around. I work to live. Incidentally, what’s your policy on Columbus Day?

Entrevistador: We work.
Dupree: Really? The guy discovered the new world. I’m afraid to even ask about Victory Over Japan Day.

PS1:  Cenas como essa, em filmes com esse, fazem esse blog valer muuuuuito a pena!!!

Miss Simpatia por Melhor Risada

A Sandra bem podia ter soltado essa risada durante o Oscar, né? #putafaltadesacabangem

PS1: Não, ela não voltou com o ex-marido, que já estaria namorando uma tatuadora.

PS2: Na capa da People, Sandra e o seu fofucho.

PS3:  Quem nunca soltou uma risada dessa durante um pileque que atire a primeira pedra.

PS4:  And… WORLD PEACE!

Leap Year por Melhor Proposta

Não acha?

Always kiss like it’s the first time and the last time.

 

PS1: Leap Year é uma tradição irlandesa segundo a qual no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto o homem é obrigado a aceitar, nesta data, o pedido de casamento.

PS2: Esse filme é um daqueles que a gente começa a ver já sabendo o final. E é um dos melhores dessa categoria que vi nos últimos tempos.

PS3: Veja o trailer:

Bora pra Irlanda, minha gente!

Quando Me Apaixono por Melhor DR e Melhor Lição

E, de repente, Helen Hunt reaparece. Deixa a maternidade de lado para dedicar-se a um roteiro baseado em um romance de Elinor Lipman.

Acabou, na verdade, assumindo a direção e o papel principal (esta última função por influência de Warren Beatty, segundo contou ao NY Times).

O elenco ainda conta com Betty Midler,

Matthew Broderick (e sua voz de ratinho),

Colin ‘Mr Darcy’ Firth

e Salman Rushdie, que interpreta um ginecologista (!!).

Then She Found Me foi lançado em 2007 , durante o Festival de Toronto. Por um motivo qualquer, chegou agora aos cinemas brasileiros e em pouquíssimas salas.

Uma pena!

Porque, Quando Me Apaixono (sim, Then She Found Me virou isso no Brasil), é um daqueles filmes despretensiosos e gostosos; uma boa surpresa, que vale cada centavo.

Além de apreciar o Mr Darcy, eu gosto, particularmente, da história que a April conta…

There’s a jewish story, an ordinary jewish joke, a father was teaching his little son to be less afraid, to have more courage. Jump, he said, and I’ll catch you. And the little boy trusted him and the little boy jumped. And when his father caught him, he felt filled with love and when he didn’t he was filled with something else, something more…life. 

…e da DR beeeeem pé-no-chão com o Frank:

April Epner: I know what I did to you, to you in particular. Kinda worst nightmare kind of thing, right? I knew that. Even at the time I knew that.
Frank: What else?
April Epner: I’ll do it again, I will, I’ll hurt you again and again. Not like that, you’d have to leave me if I hurt you like that. If we were together you would leave me if I hurt you like that again, wouldn’t you?
Frank: Yes. Yes, I would.
April Epner: Good. But I’ll hurt you in other ways, little ways, I won’t mean to but I will. And sometimes I will mean to.
Frank: This is quite an offer you’ve worked out.
April Epner: You’ll hurt me too, you know. You’ll hurt me and change on me, you might even leave me after you promise you won’t, how about that?
Frank: I wouldn’t.
April Epner: But you might.
Frank: But I wouldn’t.
April Epner: But… you might.
Frank: Yeah, I guess I might.

Afinal, quem precisa de promessas impossíveis?

Ah…o amor… por Melhor Teoria

Recentemente, o cineasta Marco Bellocchio disse à Folha de S.Paulo que o cinema italiano não vive uma má fase. “Mas quantos filmes italianos chegam ao Brasil? O que vocês conhecem?”, perguntou.

É mesmo. É muito mais fácil encontrar filmes argentinos e franceses nos nossos cinemas do que italianos. E, olha, que até comédias românticas eles fazem.  É o caso de Ah…O Amor.

Lançado em 2009,  o longa segue a receita de Simplesmente Amor e acaba sendo muuuuito melhor que Idas e Vindas do Amor, para mim a Maior (e não melhor) decepção de 2010.

Ah…O Amor é romântico, é engraçado e é exagerado (afinal, é italiano!!). Em outras palavras, uma deliciosa sessão da tarde.

E ainda tem uma teoria que pode render boas conversas de cocotas (ou explicar muita coisa):

Amor é uma doença perigosa, que ao contrário de sarampo e catapora, pode nos contagiar várias vezes durante a nossa vida.

VOU AMAR VOCÊ PRA SEMPRE.

VOCÊ É A MULHER DA MINHA VIDA

Mas, sobretudo,

NUNCA VAMOS NOS DEIXAR.

São as típicas frases que dizemos quando estamos apaixonados. Qual de vocês já disse pelo menos uma vez?

É isso! Evidentemente não sabiam que a dopamina, um neurotransmissor, aumenta na fase inicial da paixão. Digamos que a dopamina é uma espécie de droga natural, que nos faz ver o mundo colorido.

Mas esses valores tendem a se normalizar no período de dois anos. Pessoal, está cientificamente provado, que o amor romântico e passional acaba depois de menos de 1000 dias, a partir do primeiro beijo.

(…)

Conformem-se com isso. Mais dia, menos dia, na nossa vida, estamos todos fadados a virar um EX!

Não é?

PS1:  É claro que Ah…O Amor também tem declarações de amor. Eu gosto da fita cassete com músicas e a inscrição “Ti Amo, Sogno” e a do quebra-cabeça (a namorada vai morar na Nova Zelândia e na mala encontra um envelope com uma peça do quebra-cabeça que ela e o namorado estavam montando –  entrelinha: tá faltando um pedaço. Ã? ã? ã?)

PS2:  Ah…O Amor é dirigido por Fausto Brizzi.

PS3: Marco Bellocchio é um conhecido cineasta italiano, que lançou recentemente Vincere no Festival de Cannes.