Frame: Vem aí mais um Tim Burton-Johnny Depp

 

Imperdível e impagável.

 

Né?

      

Camelot por Melhor Surpresa

Sei que ando pisando na bola. Não mereço nenhum donut pela ausência nas últimas semanas. Não posso prometer que isso não vai se repetir. Juro solenemente, porém, trazer algumas novidades. Uma delas é Camelot, comentado em um post de março desse ano.

A crítica americana foi bem dura – tanto é que não terá uma segunda temporada. Eu, particularmente, gostei. Pode ser a minha pre disposição à cultura britânica ou então o enredo repleto de traições, mistérios, lutas e paixão.

 

E teve até surpresa!

Acho que, em CamelotJoseph Fiennes teve sua melhor atuação. Sempre tão canastrão, o irmão do meu marido não fez por merecer um Globo de Ouro, mas mostrou, como Merlin, um lado sinistro e umas feições nunca antes vistas.

A cena abaixo explica como a famosa Excalibur surgiu na vida de Arthur.

 

Aposto que quem o viu em Shakespeare in Love ou Elizabeth entende o que quero dizer.

 

PS1: Eva Green, vou admitir, também estava bem e linda. O ponto fraco é mesmo o protagonista. Jamie Campbell Bower não faz jus à Arthur. É, no máximo, um rostinho bonito, com participações que ninguém lembra em blockbusters como Harry Potter e Crepúsculo. No primeiro, ele foi Gellert Grindelwald; no segundo, ele é Caius, um Volturi.

   

 

PS2: Talvez o principal papel da vida dele seja mesmo ser o noivo de Bonnie Wright, a Ginny Weasley.

Frame: Camelot

O canal Starz estreia em 1º de abril a série Camelot e promete contar uma história que “has never bem told before” (sic).

Integram o elenco a maravilhosa Eva Green,

e o canastrão Joseph Fiennes, …

… além de Claire Forlani, que você deve reconhecer de alguns filmes.

Veja o trailer:

PS1: Quer saber quem é o Rei Arthur? O nome dele é Jamie Campbell Bower e fez anteriormente o Caius Volturi do Lua Nova.

Casino Royale por Melhor Tortura

Sem mais…

PS1: Esse blog não faz apologia ao crime (melhor esclarecer para evitar polêmicas como a da Bienal).

PS2: Casino Royale, um dos melhores filmes da década segundo o Times, já recebeu outra indicação aqui.

PS3:  Quer pedir o drinque do James Bond? Aprenda aqui.

Cracks por Jovem Talento e Imponência

Não se engane com a sinopse de Cracks. Ela é mesmo meio desanimadora, remetendo a um desses filmes com internatos, professores inspiradores…

Acontece que esse longa vai um pouco além dessa fórmula batida ao revelar um mundo, digamos, um pouco doentio. 

E não é só o enredo que chama a atenção.  Tem também a diretora Jordan Scott, protagonista do nosso primeiro Momento Você S/A, estimulando jovens talentos mundo afora.

Sim, ela é filha de Sir Ridley Scott, o que, segundo revelou ao Times, não torna a vida muito mais fácil. “Directing is a tough thing to do no matter who you are. You still have to be the person who makes the film, you still have to get financing, you have to go though all the steps everybody else has to. And, if people don’t want it, they don’t want it.

Independente da árvore genealógica,  o que realmente importa para esse blog é que Cracks foi um ótimo trabalho para uma estreante de apenas 32 anos.

Antes disso, Jordan tinha feito somente comerciais para companhias como Renault e Orange, além de participar de um segmento do Crianças Invisíveis, ao lado do papi.

Como você pode ver na foto acima, tirada durante a estreia no London Film Festival, Cracks ainda traz Eva Green.

E essa mulher, minha gente, não é só bonita. Ela é imponente – não importa o ambiente ou a roupa. Cracks também prova isso.

   

Afinal, não é a toa que o 007 se apaixonou por ela né?

 

PS1: Cracks foi inspirado na obra de Sheila Kohler. A diferença é que a história não se passa durante o Apartheid na África do Sul, mas em uma ilha fictícia na costa da Inglaterra.