WishList: Liz Taylor vira Barbie

A Mattel homenageia a diva Elizabeth Taylor com duas versões da BarbieViolet Eyes e White Diamonds – aprovadas pela própria atriz, que faleceu em 2011.

Além dos penteados clássicos, as bonecas tem fitinha vermelha, que representa o trabalho feito por Liz com portadores de HIV, e acessórios, como jóias (claro!), luvas, sapatos de salto, óculos de sol e um mini frasco do perfume. Puro glamour!

 

Cada boneca custa, em média, 150 dólares.

PS: Outras divas já foram homenageadas pela Mattel, como Audrey Hepburn

…..Cher,…

Barbra, …

…e, claro, Marilyn.

 

Entre os homens destaque para um jovem Sinatra.

Quer saber mais? Entre no site para colecionadores da Barbie. Vale a visita!

Anúncios

Quizz: Quem é o melhor intérprete de Moon River?

Vamos aos indicados:
6. Frank Sinatra
5. Louis Armstrong
4. Sir Elton John
3. Sarah Brightman
2. Eric Clapton
1. Audrey Hepburn (ou Holly Golightly)
Votem!

WishList: Quinta Avenida, 5 da Manhã

Tem coisa mais gostosa do que matar tempo em uma livraria e acabar encontrando uma jóia? Pois esse é o caso de Quinta Avenida, 5 da Manhã, de S. Wasson.

Para fãs de Audrey Hepburn e a sua bonequinha de luxo, a capa em preto e branco já basta. Lá está, de perfil, um registro da cena clássica de Holly Golightly, com seu pretinho básico, bagel e café em punho, admirando a vitrine da Tyffany & Co.

O livro de Wasson, porém, é mais do que isso e deve agradar fãs do filme, de cinema, de Capote e de quem simplesmente gosta de uma história bem contada.

WTF?

Ok, vou parar de enrolar. Quinta Avenida, 5 da Manhã disseca os bastidores desse clássico, faz um paralelo com o livro e com a evolução da mulher na sociedade. Detalhes sórdidos dos protagonistas do filme, do diretor, dos produtores e de Capote não ficam de fora, é claro.

Saiba que… 

Capote queria fazer o papel principal masculino, mas foi convencido do contrário. O argumento? “Todos os olhares vão estar em Holly Golightly, em cada fotograma do filme. O papel masculino é apenas um ombro onde Holly se apoia. Você merece uma coisa mais dinâmica, mais colorida”, disse Marty Judow ao vaidoso escritor.

– Capote terminou Bonequinha de Luxo em 1958 e esperava publicá-lo na Harper’s Bazaar, que recusou o manuscrito. Holly foi inspirada em todas “essas moças chegam a NY, voejam ao sol como siriris e depois desaparecem. Eu queria resgatar uma garota desse anonimato e preservá-la para a posteridade”.

– Bonequinha de Luxo foi o primeiro filme feito dentro da joalheria.

Audrey não aceitou o papel logo de cara – tinha medo não só da reação do público mas também do que Holly exigira dela como atriz. Uma das suas exigências foi aprovar o diretor do longa.

– Audrey também teve que convencer Hubert de Givenchy a desenhar o seu pretinho básico. E o resultado…”Givenchy era um mestre que entendia as costas do vestido. Ele sabia o aspecto que queria que a mulher tivesse quando estava se afastando de você. Quando se olha de frente o decote do vestido longo de Audrey, parece apenas um vestido sem mangas, mas ao olhar por trás, quando se vê como ele cortou o desconte numa espécie de cabresto que acompanha a forma da joia, percebe-se que era bem ousado para a época”, contou o estilista Jeffrey Banks ao autor de Quinta Avenida, 5 da Manhã.

– Moon River foi um grande desafio para Henry Mancini pelo curto alcance vocal de Audrey. “E então – como costuma acontecer com essas coisas – veio de repente. Três notas: dó, sol, fá”, conta Wasson em um trecho do livro. A canção, aliás, teve o título provisório de Blue River. Foi de Johnny Mercer a ideia de Moon River.

E como eu adoro essa canção… ah, não esse é o post de amanhã. =)
PS: Bonequinha de Luxo já foi indicado a Melhor Sermão. Confira aqui.

SHAME por Melhor Versão

This is (not) American Idol!

CLAP! CLAP! CLAP! Carey fez Frank arrepiar. CLAP! CLAP! CLAP!

PS: Sabe de quem foi essa indicação? Da Sarah Olveira!

A Bela Ditadora por Melhor Encontro

Esse blog está saudosista…a mesma categoria de ontem; outros deuses. Sing, Frank! Dance, Gene! 

Quem diria, hein, Sinatra?! =)

O dia em que cheguei perto do Oscar

Sim, eu fiquei a pouco centímetros e separada apenas por um vidro. A estatueta tem o tamanho que imaginava – pouco menos de dois palmos. É também brilhante como imaginava. Embora  tivesse alguns riscos, estava em ótimo estado de conservação -afinal, aquele ali tinha, pelas minhas contas, 56 anos. No pé, a inscrição: First Academy Award to Grace Kelly

 

Essa é somente uma das atrações para quem visita a exposição da Princesa de Mônaco, com entrada gratuita na Faap, em São Paulo.

A mostra é divina – encanta apaixonados pelo cinema, como eu; fashionistas e fãs da realeza. É dividida em 12 salas:

01) a Filadélfia:  foco na infância de Grace.

02) Sala NY: A entrada na Academia Americana de Arte Dramática e os primeiros passos como modelo e, depois, como atriz.

03) Sala Hollywood: o primeiro grande papel, em 1951, com Matar ou Morrer. Rumo ao Oscar, em 1955, por Amar é Sofrer.

04) Sala Hitchcock: em um sala especial, a parceria do diretor com a sua musa.

05) Sala Encontro: o primeiro contato com o príncipe Ranier III.

06) Sala Casamento: é nessa sala que você encontra uma réplica des-lum-bran-te de um dos vestidos de noiva mais famosos do mundo.

07) Sala Amigos: Cary Grant, Frank Sinatra, Ava Gardner, Maria Callas…

08) Sala Bailes: Grace revitalizou os bailes do Principado, promovidos com o objetivo de angariar fundos para atividades beneficentes. Em destaque, mais vestidos maravilhosos (eu já escolhi o meu! Um YSL preto bordado com fios de ouro).

09) Sala Jardim Particular e Mulher Secreta: a paixão pelas flores.

10) Sala Maternidade e Família: filmes pessoais, fotografias e peças de vestuário da princiesa, com o maridos e os 3 filhos.

11) Sala Glamour e Sala Princesa: o “estilo Grace Kelly” que marcou a década de 50 é o mote dessa sala. Preparem-se para mais Chanel, Dior e Balenciaga, entre outros.

12) Sala Real: A coleção de jóias da princesa e o modo com que enfrentou as obrigações protocolares da posição que ocupava. Entre os vídeos, fotos e cartas, destaque para Jackie O e Lady Di.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Onde?

Os anos Grace Kelly, Princesa de Mônaco.

MAB-Faap – de terça a sexta-feira, das 10 às 20h; sábados domingos e feriados, das 13 às 17h.

Até 10/07/2011.

Rua Alagoas, 903. São Paulo – SP

T: (11) 3662 7198.

Meus Dois Carinhos por Melhor Clássico

Frank Sinatra, Rita Hayworth, The Lady is a TrampCLÁSSICO! CLÁSSICO! CLÁSSICO!

PS1: Pal Joey, ou Meus Dois Carinhos, foi lançado em 1957.

PS2: The Lady is a Tramp é uma das minhas músicas favoritas e tenho um carinho especial pelos duetos com Ella, que dá uma boa “checada” no Sinatra durante a canção…

CLAP! CLAP! CLAP!

e Luther Vandross.

 

PS3: O trailer de Meus Dois Carinhos.