Frame: Halloween – a origem e o cinema

O nome Halloween remete à expressão “All hallow’s eve”, que significa  “véspera de todos os santos”. E é isso mesmo. O dia 1º de novembro não é feriado, mas marca a celebração de todos os santos e mártires, reconhecidos ou não oficialmente.

Os celtas da Grãs-Bretanha criaram essa festa, considerada pagã pelo Vaticano, para afastar maus espíritos, sendo que os  disfarces e as máscaras eram uma forma de despistá-los.

Levada para os Estados Unidos, a tradição ganhou novos e divertidos contornos – como a abóbora e os doces. A Terra do Tio Sam também fez o favor de divulgar a brincadeira para o resto do mundo, usando inclusive filmes.

No cinema – Nessa época é impossível não recordar clássicos do terror. Um deles, claro, é Halloween. Lançado em 1978, o longa de baixo orçamento foi produzido e dirigido por John Carpenter. Tornou Jamie Lee Curtis famosa e  o psicopata Michael Myers nos atormentou por outros 8 filmes.

 

Outro famoso é Freddy Krueger, de A Hora do Pesadelo, que matava adolescentes em seus sonhos. Também virou franquia e personagem no jogo Mortal Kombat.

 

O próprio Hitchcock foi um grande mestre do gênero e inspirou uma série de filmes e cineastas. No vídeo abaixo, há trechos de vários clássicos.

 

Curiosidades

The Haunted Castle, um curta francês, é considerado o primeiro filme de terror da história. Foi lançado em 1896 e tem 3 minutos de duração.

– O ator Robert Englund não é um nome facilmente reconhecido, mas é ele quem responde por Freddy Krueger. 

– Em momento Auto Ajuda (e divertido!), Janet Leigh, musa de Hitchcock, deu conselhos à filha em cena Halloween H20.  

 

– Intrigado com a foto da Drew Barrymore? Ela abriu o clássico de Kevin Williamson e Wes Craven, indicado neste blog a Melhor Trote.

– Segundo a Universidade de Westminster, assistir a filmes de terror emagrece. É isso mesmo! 90 minutos de um longa assustador, como O Exorcista, Tubarão e O Iluminado, equivale a uma caminhada de meia hora. Melhor: queima as calorias de uma barra de chocolate.

E aí?  Pronto para um susto?

O dia em que cheguei perto do Oscar

Sim, eu fiquei a pouco centímetros e separada apenas por um vidro. A estatueta tem o tamanho que imaginava – pouco menos de dois palmos. É também brilhante como imaginava. Embora  tivesse alguns riscos, estava em ótimo estado de conservação -afinal, aquele ali tinha, pelas minhas contas, 56 anos. No pé, a inscrição: First Academy Award to Grace Kelly

 

Essa é somente uma das atrações para quem visita a exposição da Princesa de Mônaco, com entrada gratuita na Faap, em São Paulo.

A mostra é divina – encanta apaixonados pelo cinema, como eu; fashionistas e fãs da realeza. É dividida em 12 salas:

01) a Filadélfia:  foco na infância de Grace.

02) Sala NY: A entrada na Academia Americana de Arte Dramática e os primeiros passos como modelo e, depois, como atriz.

03) Sala Hollywood: o primeiro grande papel, em 1951, com Matar ou Morrer. Rumo ao Oscar, em 1955, por Amar é Sofrer.

04) Sala Hitchcock: em um sala especial, a parceria do diretor com a sua musa.

05) Sala Encontro: o primeiro contato com o príncipe Ranier III.

06) Sala Casamento: é nessa sala que você encontra uma réplica des-lum-bran-te de um dos vestidos de noiva mais famosos do mundo.

07) Sala Amigos: Cary Grant, Frank Sinatra, Ava Gardner, Maria Callas…

08) Sala Bailes: Grace revitalizou os bailes do Principado, promovidos com o objetivo de angariar fundos para atividades beneficentes. Em destaque, mais vestidos maravilhosos (eu já escolhi o meu! Um YSL preto bordado com fios de ouro).

09) Sala Jardim Particular e Mulher Secreta: a paixão pelas flores.

10) Sala Maternidade e Família: filmes pessoais, fotografias e peças de vestuário da princiesa, com o maridos e os 3 filhos.

11) Sala Glamour e Sala Princesa: o “estilo Grace Kelly” que marcou a década de 50 é o mote dessa sala. Preparem-se para mais Chanel, Dior e Balenciaga, entre outros.

12) Sala Real: A coleção de jóias da princesa e o modo com que enfrentou as obrigações protocolares da posição que ocupava. Entre os vídeos, fotos e cartas, destaque para Jackie O e Lady Di.

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Onde?

Os anos Grace Kelly, Princesa de Mônaco.

MAB-Faap – de terça a sexta-feira, das 10 às 20h; sábados domingos e feriados, das 13 às 17h.

Até 10/07/2011.

Rua Alagoas, 903. São Paulo – SP

T: (11) 3662 7198.

Wishlist: Poster

Hoje eu vou inaugurar uma nova categoria: a WishList. Quem gosta de filme normalmente gosta de trilha sonoras, poster, livros sobre os tema e todas as outras peças que remetam a esse universo ou a seu filme preferido. Infelizmente nem sempre é possível adquiri-la (quem nunca teve problema com $$ e espaço que atire a primeira pedra!!!), mas o que vale é a troca de experiência e dicas, certo?

Desde a adolescência, eu adoro pôster. Tive vários colados na parede do meu quarto e hoje, mais comedida, tenho cinco em casa: E O Vento Levou, My Fair Lady, Bonequinha de Luxo, Moulin Rouge e Cantando na Chuva.  Como meu espaço é pequeno, eu transformei calendários em  miniquadros e, posso dizer, estou beeem satisfeita com o resultado (e com a reãção das pessoas). Veja só um exemplo:

 Na onda de Alice e fã do Tim Burton, confesso que fiquei dor no coração por não ter uma bela sala de TV para que pudesse exibir esse lindo poster do Chapeleiro Louco.

 

À venda na FNAC por R$ 26,99, o pôster de Alice é mais alegre, mas não mais bonito que o de Edward Mãos de Tesoura.

 

Fãs da Audrey  

e do Star Wars também não vão se decepcionar com o acervo da Fnac.

 

A Americanas.com possui opções mais baratas e em PB. Com paciência, é possível encontrar uma ou outra  coisa que valha a pena.  

Eu, particularmente, acho que vale investir um pouco mais para ter um clássico e  um dos melhores acervos que encontrei é a Casa do Poster, de Santos, que vende pela internet e tem clássicos como Operação Dragão,

Vertigo

e Curtindo a Vida Adoidado.

 

Quem me surpreendeu foi a Wall Street Poster. As opções no site não se limitam àquelas expostas nos shoppings e são até mais baratas que a da FNAC.  Os fãs do Tarantino e de Pulp Fiction

                                      

e do Al Pacino/Scarface vão ficar satisfeitos.

 

 O melhor lugar, porém, é o art.com. Os melhores posteres e retratos estão, sem dúvida alguma,  lá. Conto um segredo? Eu até me perco…

    

   

E você? Tem poster em casa? Qual é o seu preferido?