Cloud Atlas por Melhor Reflexão

A Viagem_TomHanks

Esse post é uma homenagem a um longa que foi completamente esnobado pela Academia. Nem em maquiagem foi considerado, o que é uma injustiça (vide o Tom Hanks aí em cima).

Verdade seja dita: A Viagem não é um filme fácil. Várias e diferentes histórias são contadas ao mesmo tempo e aos poucos, gerando uma boa confusão e uma única pergunta:

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Justiça seja feita: um dos narradores avisa logo no início que “enquanto minha experiência como editor me levou a um desdém por flashbacks e flash forwards e todos os truques,  eu acredito que se você puder, caro leitor,  estender sua paciência por apenas um momento, você vai descobrir que existe um método para este conto de loucura”.

E tem, acreditem. Quando as histórias evoluem e os pontos se conectam, A Viagem revela-se um filme bem bonito, principalmente para quem acredita em destino e vida após a morte.  E em vários trechos o espectador é levado a reflexão.

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Sim, o elenco de A Viagem é um show à parte. Um pequeno grupo de talentosos atores completamente transformados para cada história.

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A história  preferida desse blog é a do advogado interpretado por Jim Sturgess, de Um Dia. Durante uma visita a uma fazenda, ele se depara com um escravo sendo açoitado. Sem nunca tê-o visto antes, o escravo o olha fixamente.  Mais tarde, o advogado pergunta o motivo.  A resposta causa arrepio:

Pain is strong, aye – but friends’ eyes, more strong

E foi esse encontro, do advogado com o escravo, que gerou essa cena:

Desconhecido por Melhor Cena de Ação

Alguns atores são automaticamente associados a certos tipos de filmes. Hugh Grant, por exemplo,   interpreta sempre personagens rasos, com tiradas engraçadinhas, entre outros atributos que reforçam o ideal romântico do século XX, dialogando – e ratificando – a lenda do príncipe em seu cavalo branco. Liam Neeson, por outro lado, pode ser relacionado à filmes mais intensos, por vezes depressivos, que, se não demandam intelectualmente, exigem uma boa dose de conhaque para levantar o astral ou para acompanhar incansáveis reflexões noite adentro.

Sendo assim, surpreendi-me ao vê-lo em um thriller como Desconhecido. Prova do que estou falando é a cena abaixo, que bem lembra Jason Bourne.

No final, tem também uma luta bem coreografada e bacana.

Se você não viu o filme, não esquenta. O spot abaixo é só um tira-gosto do que você está perdendo:

PS1: Momento Oficina –  Liam tá envelhecendo bem, não?

PS2: A fraca e magrela January Jones também está no filme. Diane Kruger, além de mais bonita,  sai-se beeeem melhor, cá entre nós. É uma pena que a gente (sic) não consiga esquecer  aquele pé horroooooroso exibido em Bastardos Inglórios.

 

PS3: Destaque para a presença de Frank Langella, que eu jurava que tinha morrido mas continua firme entre nós (\o/), e Bruno Ganz.

PS4:  Esse post teve a colaboração intelectual de Juliana Baptista. A minha personalidade simplória (e prática) inibiria conjunções sobre como “os filmes em que o Hugh Grant participa jogam numa só fogueira todas as nuances da complexidade de uma mulher contemporânea e abafa todo e qualquer traço do dilema existencialista do ser humano e a responsabilidade individual da mulher”.

Cheers!

Letra e Música por Melhor Dueto

Pode ser cafona, mas essa música “speaks very close to my heart”.

Depois da demo, a original:

PS1: Mais Letra e Música aqui.

Quizz: Qual o melhor presidente dos EUA?

É justo no dia 4 de Julho, o famoso Independence Day norte-americano, votarmos no melhor presidente, certo?

Vamos aos indicados:

10. DANNY GLOVER

Em 2012, ele recusou-se a deixar a sua pátria.

9. HARRISON FORD

Em Air Force One, Mr President kicked some ass!! Ele acabou com o Gary Oldman e  outros terroristas do Cazaquistão.

8.  MORGAN FREEMAN

Em Impacto Profundo, coube a ele, com toda sua imponência, informar o mundo que o fim está logo aí.

 

7. BILLY BOB THORNTON

Em Simplesmente Amor, o presidente norte-americano nem teve chance contra o primeiro-ministro britânico do Hugh Grant e seus compatriotas Harry Potter e David Beckham.

6. BILL PULLMAN

Sim, o presidente do Bill Pullman em Independence Day também sabia pilotar caças.

5. JON VOIGHT

O pai da Angie ficou quase irreconhecível como Franklin Roosevelt em Pearl Harbor.

4.  JACK NICHOLSON

Não é (ou é?) piada. Ele também enfrentou ETs, só que em Marte Ataca! 

3.  MICHAEL DOUGLAS

Só há um Meu Querido Presidente.

2. JOHN TRAVOLTA

Segredos do Poder não emplacou, mas não há como negar que o Travolta ficou a cara do Bill Clinton, né?

1. NDA

Nenhuma das alternativas. 😦

Eu já escolhi o meu presidente. E vc? Vote djá!!!

Razão e Sensibilidade por Melhor Declaração

Não precisa complicar. Poucas palavras bastam.

At Norland my behaviour was very wrong. But I  convinced myself you felt only friendship for me and it was my heart alone that I was risking. I have come with no expectations. Only to profess, now that I am at liberty to  do so, that my heart is and always will be yours.

PS1: Com roteiro de Emma Thompson e direção de Ang Lee, a novela de Jane Austen apresenta uma Kate Winslet e um Hugh Grant bem novinhos, além de um Alan Rickman quase galã…

… e um Hugh Laurie irresistivelmente resmungão e irônico.

PS2: Aliás, quem me conhece já sabe, mas eu resolvi GRITAR PARA TODO MUNDO OUVIR que eu amo o House Hugh Laurie.

É tanto que eu perdoei a fase Stuart Little

… porque há coisas muito melhores a serem celebradas – da participação em Friends…  

… ao sucesso merecido de House,…

… que deixa claro não só que ele está envelhecendo muito bem como está cada vez mais talentoso (o primeiro capítulo da 6ª temporada é imbatível!!!)

PS3: Para a Wish List: a edição de luxo de Razão e Sensibilidade à venda na Livraria Cultura.

Um Lugar Chamado Notting Hill por Melhor Declaração

Notei um grave equívoco nesse blog: a falta de indicação para o clássico Um Lugar Chamado Notting Hill.

Embora a importância do Spiiiikeee nas nossas vidas já tenha sido mencionada (veja aqui), não consegui entender como tinha deixado passar uma das melhores declarações de todos os tempos.

Simples, sincera e direta.

I’m also just a girl standing in front of a boy asking him to love her.

Vale pontuar que essa declaração torna-se ainda mais corajosa após o mocinho usar o forte argumento de que I live in Notting Hill; you live in Beverly Hills.

PS1: Vocês não adorariam ganhar de presente um original do Chagall?

PS2:  Porque, afinal, “a felicidade não seria felicidade sem um bode tocando violino”.

PS3: A trilha desse filme é uma delícia, vai muito além de She e está, é claro, no Blip.

PS4: Esse é o filme preferido do Abelardo. Bjomesegue, Pref!

PS5: Quer ver o final? Indefinitely?

 

Letra e Música por Melhor Videoclipe

letra_musica01

But then PoP! goes my heart

Espanta até o bode da segunda-feira, né?