Frame: Casais Impossíveis

Audrey Hepburn e Marilyn Mason

Penélope Cruz e Marlon Brando

Paul Newman e Scarlett

Brad e Liz

LiLo e Humphrey

George e Grace

Angie e Elvis

John Wayne e Heath Ledger….oooopsy!

 

Fonte: Worth 1000

Frame: A Scena Muda e Cinearte

   

Ontem eu estive no Museu Lasar Sagall e relembrei um dos muitos projetos bacanas tocados por essa instituição.

Trata-se da Biblioteca Jenny Klabin Segall, que mantém um dos maiores acervos em Artes do Espetáculo (Cinema, Teatro, Rádio e Televisão, Dança, Ópera e Circo) e Fotografia, além da mais completa documentação sobre a vida e a obra de Lasar Segall.

Eu tenho um carinho especial por um projeto, apoiado pela Petrobras, de digitalização das primeiras revistas de cinema do Brasil, A Scena Muda e Cinearte. As publicações,  editadas semanalmente na primeira metade do século XX, foram restauradas e hoje estão  disponíveis na internet .

A Scena Muda surgiu em 1921, foi dirigida por Aureliano Machado e Renato de Castro e circulou até 1955.

Já a Cinearte foi lançada em 1926, por Adhemar Gonzaga e Mário Behring na direção e circulou até 1942.

Te dou uma dica? Acesse e divulgue online, mas não deixe de passar lá.

 Momento Catraca Livre:  visite o Museu Lasar Segall – é um dos melhores programas gratuitos de SP.

Serviço:

Museu Lasar Segall – Rua Berta 111. SP – SP – T: (11) 5572 3586.

Terça a Sábado e feriados: das 14h às 19h. Domingos, das 14h às 18h.

Young Guns II – Jovens Demais para Morrer por Melhor Música

Eu lembrei desse filme, porque falamos do Emilio Estevez outro dia.

Young Guns II – Jovens Demais Para Morrer é um clássico. É claro que é bem diferente de um faroeste do John Wayne, porque, afinal, tem outra proposta, é mais pop…  

O filme conta a história do Billy The Kid, pistoleiro e líder dos “The Regulators“, e reune jovens talentos da época  – além de Estevez,  Kiefer Sutherland, Lou Diamond Phillips, Christian Slater, Balthazar Getty, William Petersen, Viggo MortensenAlan Ruck e Bradley Whitford.

Bom time, não?

E tem mais!

O melhor do filme, para mim, é a música. Dizem que a ideia inicial era usar Wanted Dead or Alive, mas este clássico foi descartado pelo próprio Jon Bon Jovi, que teria se apaixonado pelo projeto, para o qual compôs Blaze of Glory.

Ah, essa cabeleira tem história !!  Bons tempos!!