As Pontes de Madison por Melhor Covardia

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A Francesca Johnson costumava dizer que when a woman makes the choice to marry, to have children; in one way her life begins but in another way it stops. You build a life of details. You become a mother, a wife and you stop and stay steady so that your children can move. And when they leave they take your life of details with them. And then you’re expected move again only you don’t remember what moves you because no-one has asked in so long. Not even yourself.

E isso explica em parte a opção que ela fez:

 Covarde ou não, a perspectiva do Robert Kincaid é bem mais saudável: Most people are afraid of change.  But if you look at it as something you can always count on, then it can be a comfort.

PS1: Quando eu era criança pequena (sic), fui alugar As Pontes de Madison em uma locadora lá da minha terra natal. Uma amiga que estava junto e já tinha visto comentou: nossa, eu chorei, chorei, chorei, CHOREI MUITO com esse filme.

Foi tão tocante aquele momento que até o moço da loja hesitou em me emprestar a cópia. Entre me poupar da dor e engordar o caixa, é claro que a segunda opção acabou vencendo.

PS2: As Pontes de Madison foi adaptado para os palcos e trouxe Jussara Freire  e Marcos Caruso nos papeis principais. A Luciene Adami aka Guta também participou.  A peça ficou em cartaz até setembro passado (veja review do Estadão).