Melhores Tweets da Semana – de 30/01 a 03/02/2012

Sabe de quem ele está falando?

 

Dica Cultural

LA Feelings

MJ 4ever

Segundo da Sabedoria

Footloose por Melhor Abertura

Desafio: tente não mexer os pés enquanto assiste a esse vídeo.

 

PS: Lançado em 1984, Footloose NÃO foi o primeiro filme de Kevin Bacon. Aliás, ele nem foi a primeira opção dos produtores, que tentaram antes convencer Tom Cruise e Rob Lowe a aceitar o papel de Ren.  Conhecendo todo o currículo de personagens de caráter duvidoso de Bacon, até hoje me surpreendo em vê-lo dancing his ass off na cena abaixo.

 

Xô, estresse!

 

PS2: Não sei se você se lembra, mas uma jovem e nada fashion Sarah Jessica Parker também participa do filme.

Vc diria que a mocinha acima viraria um ícone da moda?

 

PS3:  Dianne Wiest era só quatro anos mais velha que a sua filha no fime, interpretada por Lori Singer.

 

 

PS4: Footloose não ganhou nem um Oscar, mas concorreu por duas músicas: Footloose e Let’s Hear it for the boy.

PS5: Vem aí o novo Footloose.

Desnecessário! 

Ela Vai Ter um Bebê por Melhores Constatações

Ok. Ela Vai Ter um Bebê não é o melhor filme de John Hughes, mas em 1988 ele já sabia das coisas. As brilhantes constatações do filme continuam valendo até hoje. Primeiro sobre o casamento.

“Wilt thou, Jefferson, have this woman to be thy wedded wife? Wilt thou comfort and keep her in sickness and in health? Wilt thou provide her with credit cards and a 4 bedroom 2 and a half bath house with central air and professional decorating, aMercedes Benz, and 2 weeks in the Bahamas every spring? Wilt thou try to remember the little things that mean so much, like flowers on her anniversary, a kind word when she’s had a rough day, an occasional “you look pretty today?” Wilt thou be understanding when she’s tired, headachy or upset about something. Wilt thou try not to be such a pig when thou shave and shower. Wilt thou listen patiently to long stories about kids, clothes, and decorator checkbook covers?”

“I will.”

Depois sobre a maturidade das pessoas.

“He’s too young and he’s too immature. She’s a golddigger.”
“There’s little or no gold to be dug. He’s plenty old and people don’t mature anymore. They stay jackasses all their lives.

O que mudou foi o Alec Baldwin e o Kevin Bacon.

Antes…

E Depois. wow!

Abs, Filipe

Frame: O trailer de X-Men: First Class

Sem mais,

Tati

PS: Fotos aqui

 

Frame: X-men First Class

 

Além do poster (acima), caíram na rede mais fotos de X-Men First Class. Uma delas mostra o novo elenco, encabeçado pelo boquinha-de-me-beija James McAvoy, que faz ninguém menos que o jovem Professor Charles Xavier.

E,  em outra foto, Kevin Bacon/Sebastian Shaw divide a cena com January Jones/Emma Frost.

Eu tô morrendo por esse filme. E você?

Wishlist: Marilyn e JFK

É claro que todo mundo já ouviu falar que JFK e Marilyn eram amantes, mas é muito mais fácil recordar a adorável família americana com um triste e precoce fim.

São tantas as fotos da elegante Jackie O, …

… a clássica imagem do John-John com o pai no Salão Oval,…

…e a história do presidente, esperança de um país, brutalmente assassinado, que a lavagem cerebral é completamente normal.

Ah, tem também o filme de Oliver Stone, lançado em 1991 com Kevin Costner e Gary Oldman no elenco.

A parte mais sórdida da história está em Marilyn e JFK, de François Forestier.  “Baseado em entrevistas com figuras da época e em fatos verídicos, o livro revela a paixão da musa e desmistifica a aura de bom moço do presidente americano”.  Foram dez anos de relacionamento acompanhados por vários figurões, incluindo Frank Blue-Eyes Sinatra, a máfia, a CIA e a KGB.

Ficou curioso?

Então olha só o trecho que narra um dos episódios mais conhecidos do mundo:

“- Faça um vestido que somente Marilyn ouse usar.

O criador desenha um sonho: um vestido feito com um tecido tão leve que parece transparente, uma nuvem de seda. O tecido foi especialmente confeccionado para a ocasião e, vestindo Marilyn, Jean-Louis confirma:

– Suponho que a senhora estará nua.

– Inteiramente!

Foi preciso sobrepor vinte camadas de seda nos seios e entre as pernas, para evitar a transparência, e 6 mil pedras do Reno foram semeadas por todo o tecido, fazendo o vestido cintilar. Durante sete dias seguidos, 18 costureiras trabalharam nele: impossível vesti-lo. Precisou ser costurado na estrela. Literalmente: moldado em Marilyn. (…) O traje custou 12 mil dólares, ou seja, oito vezes mais em dólares do século XXI. Em 1999, em leilão da Christie’s, atingiu a soma de um milhão de dólares.

Há alguns dias Marilyn sabe que vai cantar na festa de aniversário do Presidente. Entraria no final de um show extraordinário, e ela tem consciência do que está sendo insinuado: é ela o presente de JFK. A anti-Jackie. Tudo faria, entrão, para ser o quea primeira-dama não é:provocante, sexy, engraçada. Richard Adler, o organizador do evento, pede que Marilyn ensaie uma cançoneta, um Happy Birthday divertido. Ela se põe a trabalhar com Hank Jones, um pianista conhecido. (…) Ao ouvir a versão de Feliz Aniversário de Marilyn, os dois homens se desesperam. É, pura e simplesmente, uma canção de striptease, um convite lúbrico, uma melodia lasciva, mais adequada para o Crazy Horse Saloon de Paris.

Adler, que nada sabe da ligação entre o Presidente e a estrela, telefona diretamente a JFK:

– Será uma catástrofe, senhor Presidente.

– Não se preocupe.

Mass Adler já previu uma substituta. Shirley MacLaine está à disposição, apesar de reticente.

(…)

No dia seguinte, Marilyn chega antes da hora e se tranca no camarim. Seu novo cabeleireiro, Mickey Song, e as costureiras se põem a trabalhar. Enquanto o primeiro dá um movimento inédito aos cabelos da cliente, as demais preparam o vestido, o famoso vestido. (…) Carregada por braços fortes, incapaz de andar com o vestido ultracolante, Marilyn é levada aos bastidores como um pacote frágil. Peter Lawford, Mister Lealdade, preocpado, repete pela vigésima vez:

– E agora, senhor Presidente, senhoras e senhores, ….Marilyn!!!

Nada acontece. Pois, atrás das cortinas, o vestido havia estourado. “Todo mundo pôde ver que ela não tinha nada embaixo”, lembrou-se um dos atores presentes. Então, volta ao camarim. (…)

– Senhor Presidente, na história do espetáculo, mulher alguma jamais teve tanta importância, fez tanto….Senhor Presidente, aqui conosco a loura que tem um efeito de bomba-relógio, Marilyn Monroe!

Um projetor único banha Marilyn com seu facho. A sala explode. Com passos minúsculos, como uma gueixa, sorrindo, em transe, a estrela se aproxima. Diante do microfone, livra-se da estola de arminho e, sozinha, entoa a importal versão de Happy Birthday, nom meio de um silêncio religioso. Os 15 mil democratas estão apralisados de surpresa. Dorothy Kilgallen expolicaria em sua crônica:

“É como se ela fizesse amor com o Presidente, diante de 40 milhões de telescpectadores”.

Não imaginava o quanto era exato o que dizia. Pois enquanto Marilyn sussurrava “Happy Birthday, Mister President….”, iluminada pelo facho de luz de um projetor, os ascensoristas e artistas nos bastidores vêem… o vestido estourar”

PS1: Mais trechos do livro no site da Veja.

PS2: Joe diMaggio, ídolo dobaseball, ex-marido e eterno apaixonado por Marilyn, morreu em 08/03/1999, 37 anos depois da amada. Reza a lenda que suas últimas palavras foram: “Agora vou encontrar Marilyn”.

Frame: TV Movies

Você notou a ascensão dos filmes e minisséries feitos para a TV? 

A qualidade das obras feitas por canais, como HBO e BBC, é tão incontestável, que novas oportunidades surgiram para jovens talentos, anônimos e tarimbadas estrelas de Hollywood.

É o caso, por exemplo, de Grey Gardens, que arrebatou Emmys e Golden Globes. O filme mostra a vida excêntrica de duas socialites, parentes de Jackie O, que viraram protagonistas de um documentário anônimo em 1973, no auge da sua decadência.

A história é muito bem construída, a produção é impecável e a atuação de Jessica Lange e Drew Barrymore, você sabe, irretocável. Ainda assim,  devo confessar que particularmente, não sou muito fã do filme. Sabe quando você cria muita expectativa?

Mas temos outros exemplos. Tom Hanks assinou a produção de John Adams e Paul Giamatti, que interpretou o ex-presidente americano, também foi premiadíssimo por sua performance.

A própria Helen Mirren fez, ao lado de Jeremy Irons, Elizabeth I e Kevin Bacon arrebatou um Globo de Ouro por Taking Chance.

De todas as produções, a minha preferida ainda é Pride and Prejudice, feita pela BBC em 1995, com Colin Firth (já falamos dela aqui no blog).

Fiquei curiosa, porém, para ver Temple Grandin. O filme estreia no próximo dia 6/02 nos EUA,   tem Claire Danes no papel principal e Julia Ormond, a eterna Sabrina, no elenco. 

PS1: Eu gosto muito da Claire Danes e acho que ela é subaproveitada em Hollywood. Vamos falar mais dela. Em breve. Titia promete, tá?  

PS2: Quem ainda não viu Grey Gardens tem a chance de assistir hoje, 28/01, no Cinemax às 0h.

PS3: Não confunda o Taking Chance do Kevin Bacon com esse Taking Chances

ME-DO!

PS4:  Momento Nacionalista – nós também temos ótimas produções. Dalva e Herivelto foi uma delas.