Lembranças por Melhor Irmão

 

Ainda que esse blog tenha sido criado para louvar todo tipo de obra, incluindo as que não são recomendadas pelos críticos (veja aqui),  eu me dou o direito de pegar preguiça de alguns artistas eventualmente.  Isso quer dizer que eu ignoro solenemente seus filmes e, confesso, nem sempre o motivo é robusto, justo, maduro…

É o caso do Robert Pattison. Eu deixei de ver Lembranças, porque basicamente me irrita a atitude blasé dele, as bobagens que diz aqui e ali, a superexposição, o cabelo sujo, as críticas negativas a sua atuação…

Então, vou começar a semana admitindo aqui e agora que me arrependi de ter deixado essa escapar. E a culpa é da Babi Franzin, do Velocidade, e de sua bela e sincera recomendação:

Quando saem nos cinemas os filmes mais estilo menininha, eu sempre chamo uma amiga para assistir comigo. Deixamos os noivos em casa e vamos nos divertir. E foi assim que chegamos na sessão de Lembranças. Rolou um certo preconceito do público porque era um filme depois do Robert Pattison estourar com o Crepúsculo, se bem que lembro dele desde Harry Potter!
Entramos na sala e esperei um filme bem leve, para distrair a cabeça mesmo, com histórias de amor e final feliz. Mas não tem nada disso. O que vemos é um filho tentando resolver os conflitos com seu pai para que sua irmã mais nova se sinta um pouco mais amada. Vemos um “vampiro” totalmente diferente, com cigarro e bebida na mão o dia inteiro e perdido com o rumo que sua vida pode tomar.
E eis que em seu caminho surge uma linda jovem chamada Ally (Emilie de Ravin), mais conhecida como a Claire, de Lost. Então, as coisas começam a mudar…
Mas como o filme é um drama, começamos a ver várias reviravoltas, que não vou citar para não perder a graça. Confesso também que o final surpreendeu, me deixou de boca aberta e bem reflexiva. É legal notar que a tradução Lembranças não foi muito feliz, quando o título original diz “Lembre-se de mim” e faz muito mais sentido.
Se você espera uma boa trama, pode ter certeza que não vai se decepcionar. Recomendei até para o noivo, pois vale realmente a pena.
Obrigada pelo espaço, espero voltar por aqui mais vezes!

PS1: Como conheço o gosto da Babi e já troquei várias figurinhas sobre filmes, seriados e música com ela, quis dividir com vocês. Tô em bolas e prometo voltar nesse post para deixar a minha percepção assim que conseguir assistir.

PS2: Veja o trailer:

PS3: Babi, volte sempre!!! :-)) 

PS4: Ei, fãs do Bob (é, já tô colocando as manguinhas pra fora) e da saga Crepúsculo, quer ganhar uma escultura de chocolate do Edward Cullen? Veja como aqui.

Ma nem com chocolate belga…

 

Atualização!!! Voltei para dizer que vi hoje (26/04/10), ele é o melhor irmão e o final é realmente surpreendente. Boa, Babi!!

Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado por Melhor Bronzeamento Artificial

Fala sério, vai?! Essa cena é um clássico!!!

PS1: Há duas outras cenas que devem ser citadas:

a) a do concurso: a viagem à Bahamas é presente de uma rádio. A pergunta era: qual a capital do Brasil? O que a Brandy responde: Rio de Janeiro!!

b) Na outra cena, a Julie fica macha e chama o assassino para a briga, usando, claro uma blusa molhada, apertada e cavada – algo que o Conar, com certeza, reprimiria.

PS2: Eu acho que por causa desses filmes a Jennifer Love Hewitt deixou de ser a Sarah, de O Quinteto. Ela e o Matthew Fox foram os que se deram melhor, não?

PS3: Lembra da abertura desse seriado?

PS4: Em 2000, auge da carreira, a Jennifer brincou de Audrey Hepburn

e ainda lançou discos.

PS5: Quem também faz parte desse filme é o Jack Black. How bizarre...

PS6: Veja o trailer de novo:

Orgulho e Preconceito por Melhor Declaração e Melhor Fora

colin_firth_-jennifer_ehle

Não é novidade para ninguém que eu adoro Jane Austen e, principalmente, esse romance. Por isso, foi muito difícil selecionar em que categoria o filme se encaixaria melhor.

Por mais distrações que tivesse, a cena em que o Mr Darcy se declara é a melhor. Adoro como ele é rude e desajeitado, o fora histórico que ele toma e o clima de ‘me beija’ no final.

PS1: Veja de novo…

… a declaração…:

Miss Elizabeth,  I have struggled in vain and I can bear it no longer. These past months have been a torment. I came to Rosings with the single object of seeing you… I had to see you. I have fought against my better judgment, my family’s expectations, the inferiority of your birth by rank and circumstance. All these things I am willing to put aside and ask you to end my agony. (…) I Love you. Most ardently. Please do me the honor of accepting my hand.

…e o Fora:

Sir, I appreciate the struggle you have been through, and I am very sorry to have caused you pain. Believe me, it was unconsciously done. (…) I’m sure that the feelings which, as you’ve told me have hindered your regard, will help you in overcoming it. (…)  From the first moment I met you, your arrogance and conceit, your selfish disdain for the feelings of others made me realize that you were the last man in the world I could ever be prevailed upon to marry.

PS2:  A primeira versão de Orgulho e Preconceito é bem diferente e, por ser mais fiel ao livro, mais longa.  Tem quase quatro horas.

A Elizabeth Bennet de Jennifer Ehle é mais madura (e bem vestida) que a de Keira Knightley. Por mais que eu goste do Matthew Macfadyen, o Colin Firth é o mais perfeito Mr Darcy.

Assista a mesma cena na versão de 1995:

 PS3: A segunda versão, porém, tem duas vantagens: Judi ‘M’ Dench e Kelly Reilly, de Albergue Espanhol, como Lady Catherine de Bourg e Caroline Bingley, respectivamente. 

PS4:  Quem mora nos EUA, UK, Austrália ou Canadá pode comprar pela internet uma caneca com a inscrição ‘In vain I have struggled“. Eu quero!!

PS5: E ontem a Folha trouxe uma matéria sobre o Orgulho, Preconceito e os Zumbis, uma adaptação bizarra que virou sucesso nos EUA e chega agora ao Brasil. Leia mais sobre este sacrilégio no G1 e na Veja.  

PS6: Outra adaptação, essa divertida, de Orgulho e Preconceito foi feita por Bollywood. Em 2004, saiu o A Noiva e o Preconceito, que a HBO vira e mexe reprisa.

É uma mistura da obra de Jane Austen com Caminho das Índias. Tem umas cenas pastelão que arrancam boas risadas (de tão ridículo, claro!).

Ah, conta com a participação da Alexis Bledel, a Rori de Gilmore Girls, e o Naveen Andrews, o Sayid do Lost.

A minha cena preferida é  aquela em que Lalita caminha pela praia com o Mr Darcy.  Quem dá o clima de romance são os salva-vidas, os surfistas e, pasmem!, um grupo gospel. Im-pa-gá-vel!

Está preparado? Pega essa, então! (se tiver tempo, veja o trecho todo. Caso contrário, pule para o 9’04”).

Quem não quer sentir um amor desses? hahahaha

Tenha Fé por Melhor Cocota

 keeping%20the%20faith

Mas não são duas cocotas esse padre e esse rabino?

PS1: Para Pê e Doris.  O que seria da minha vida sem vocês?

Outra cena boa desse filme com Edward Norton, que eu a-d-o-r-o, e o Ben Stiller é esta (seria o Melhor Vendedor (irritante) ou Melhor Karaoke?):

Quem não assistiu ainda  veja o que está perdendo:

PS2: For Once in My Life, que toca no trailer, é uma das minhas músicas favoritas. Adoro colecionar versões dessa canção e recomendo duas: 

– do álbum Duets II, com Frank Sinatra, Stevie Wonder e Gladys Knight. Escute o sample na Amazon.

Stevie Wonder de novo, mas dessa vez com o Tony Bennett, no especial An American Classic, que comemorou os 80 anos do cantor. Aliás, se você é dos meus e ainda compra CD e DVD, essa é uma ótima aquisição.  Duvida? Check this out:

PS3: O japa do karaoke é mesmo o Miles, do Lost. O nome dele na vida ‘real’ é Ken Leung.

PS4: E uma das namoradas do Jake é a Lisa Edelstein, a Dra Cuddy, do House (Aliás, se esse blog fosse sobre séries, o fim da temporada de House teria seu devido reconhecimento, incluindo Melhor FraseI always wanna kiss you).