Frame: The Lucky One!

Nicholas Sparks é o autor de uma série de best sellers, daquele tipo facinho, que você não consegue largar, mesmo já desconfiando do final.

Além de figurar entre os mais vendidos, vários romances viraram filmes, sendo The Notebook (Diário de Uma Paixão), Querido John e o Uma Carta de Amor, os mais conhecidos.

Quando terminei meu pocket book, qual não foi a minha surpresa ao descobrir que Zac Efron, que a gente já percebeu que cresceu (veja aqui), assumiu o papel do fuzileiro Logan Thibault de The Lucky One (Um Homem de Sorte).

 

PS1: Uma dica? Corra até a livraria e leia o livro antes. Somente pelo trailer é possível notar que o filme não é totalmente fiel. Exemplo: O Logan do livro tem 28 anos e é cabeludo, pois deixou as madeixas crescerem após deixar o exército.

PS2: Tá, não vou negar: é um pouco difícil imaginar o Zac, that high school kid, como Logan Thibault.

PS3: O filme estreia esta semana nos EUA. A data no Brasil ainda não foi divulgada.

Uma Carta de Amor por Melhor Carta

Eu morro de saudades da época em que as pessoas trocavam cartas e não breves e-mails, tweets etc.  Esse filme não mostra uma correspondência entre duas pessoas, mas um desabafo descartado no mar.

É a partir de uma carta de Garret para a esposa que a história começa.

Dear Catherine,

I’m sorry I haven’t talked to you in so long. I feel I’ve been lost…no bearings, no compass. I kept crashing into things, a little crazy, I guess. I’ve never been lost before. You were my true North. I could always steer for home when you were my home. Forgive me for being so angry when you left. I still think some mistake’s been made… And I’m waiting for God to take it back. But I’m doing better now. The work helps me. Most of all, you help me. You came into my dream last night with that smile of yours… That always held me like a lover… rocked me like a child.
All I remember from the dream is a feeling of peace. I woke up with that feeling….and tried to keep it alive as long as I could.  I’m writing to tell you that I’m on a journey toward that peace. And to tell you I’m sorry about so many things.
I’m sorry I didn’t take better care of you… So that you’d never spent a minute being cold or scared or sick. I’m sorry I didn’t try harder to find the words to tell you what I was feeling. I’m sorry I never fixed the screen door. I fixed it now.
I’m sorry I ever fought with you. I’m sorry I didn’t apologize more. I was too proud. I’m sorry I didn’t bring you more compliments on everything you wore and every way you fixed your hair.  I’m sorry I didn’t hold on to you with so much strength that even God couldn’t pull you away.

All my love,
G

A própria Catherine havia escrito uma mensagem – aliás, uma mensagem e uma oração, como ela mesma define.

“To all the ships at sea, and all the ports of call. To my family and to all friends and strangers. This is a message and a prayer. The message is that my travels taught me a great truth. I already had what everyone is searching for and few ever find. The one person in the world who I was born to love forever. A person, like me, of the outer banks and the blue Atlantic mystery. A person rich in simple treasures. Self-made. Self-taught. A harbor where I am forever home. And no wind, or trouble or even a little death can knock down this house. The prayer is that everyone in the world can know this kind of love and be healed by it. If my prayer is heard, there will be an erasing of all guilt and all regret and an end to all anger. Please, God. Amen.”

Lindo, né?

PS1: Mais de dez anos depois, eu descubro que esse filme é do Nicholas Sparks também. Já falei dele aqui.

PS2: Veja o trailer também:

Diário de uma Paixão por Melhor Declaração e Melhor Dedicatória

Há quase um mês que procuro na Blockbuster esse filme. O motivo, confesso com vergonha, não é nada nobre: Ryan Gosling é a minha nova obsessão. Além disso, durante uma ampla e profunda (sic)  navegação na web, li em um site que esse é o romance preferido de Mark Wahlberg (veja aqui).

Declarações constrangedoras à parte, encontrei o filme na última terça-feria e me surpreendi. O elenco, além de Gosling, é muito bom — tem Gena Rowland, James Garner e Joan Allen.

    

A história é de Nicholas Sparks, responsável pelos best-sellers A Última Música, Querido John e Noites de Tormenta.  Sim, as três obras também viraram filmes, o que é motivo de sobra para quem gosta de torcer o nariz para qualquer coisa mais comercial. Não é o meu caso.

        

Diário de Uma Paixão é definitivamente o meu Nicholas Sparks preferido e deve em breve entrar na minha DVDteca.  Há tempos não chorava tanto com uma obra e, por isso, se você ainda não assistiu a esse filme, PARE AGORA DE LER ESSE POST.

É isso mesmo!  Assista ao filme e depois volte deixar o seu comentário. Eu juro que não vai se arrepender.

Se já viu, então você conhece essa cena, a mais famosa do filme:

Young Allie: Why didn’t you write me? Why? It wasn’t over for me, I waited for you for seven years. But now it’s too late.
Young Noah: I wrote you 365 letters. I wrote you everyday for a year.
Young Allie: You wrote me?
Young Noah: Yes… it wasn’t over, it still isn’t over

Para mim, ela só é inferior a outra declaração, manifestada, de uma forma talvez desarticulada, durante uma discussão:

Young Noah: Would you just stay with me?
Young Allie: Stay with you? What for? Look at us, we’re already fighting.
Young Noah: Well that’s what we do, we fight… You tell me when I am being an arrogant son of a bitch and I tell you when you are a pain in the ass. Which you are, 99% of the time. I’m not afraid to hurt your feelings. You have like a 2 second rebound rate, then you’re back doing the next pain-in-the-ass thing.
Young Allie: So what?
Young Noah: So it’s not gonna be easy. It’s gonna be really hard. We’re gonna have to work at this every day, but I want to do that because I want you. I want all of you, for ever, you and me, every day. Will you do something for me, please? Just picture your life for me? 30 years from now, 40 years from now? What’s it look like? If it’s with him, go. Go! I lost you once, I think I can do it again. If I thought that’s what you really wanted. But don’t you take the easy way out.
Young Allie: What easy way? There is no easy way, no matter what I do, somebody gets hurt.
Young Noah: Would you stop thinking about what everyone wants? Stop thinking about what I want, what he wants, what your parents want. What do YOU want? What do you WANT?
Young Allie: It’s not that simple.
Young Noah: What… do… you… want? What do you want?
Young Allie: I have to go now.

E não há quem não se emocione com a dedicatória mais triste e mais linda:

The story of our lives, by Allison Hamilton Calhoun. To my love, Noah. Read this to me and I’ll come back to you.

PS1: O beijaço de Ryan e Rachel ganhou o MTV Movie Awards e foi repetido no palco do evento pela dupla:

Se inveja matasse…

PS2: Enquanto Rachel se prepara para o lançamento do seu primeiro Woody Allen (comentei aqui), my darling Ryan filma com George.

Que tal?

PS3:  Eu me recuso a comentar um eventual romance dele com a Michelle Aproveitadora Williams (prefiro perder para a Olivia), mas não posso deixar de citar a ótima performance em Blue Valentine.