Frame: Oscar

Então, vamos falar do Oscar. Só que, mais do apontar os meus favoritos, eu queria relembrar os grandes momentos dessa festa.

Regras do Jogo

1) Qualquer comentário é bem-vindo.

2) Coloquei aqui aqueles que lembro, que vivi e torci. E isso quer dizer que alguns clássicos, como O Poderoso Chefão e E O Vento Levou, não serão citados. (porque eu não sou tão velha assim…)

3) Os vídeos mais antigos foram desativados e você terá que ver no youtube. Como diz a Pink, Please don’t leave me.

4) Os meus critérios são completamente subjetivos. Sim, os seus também podem ser.

BEST PICTURE

Vocês sabem que meu coração pertence a Bastardos Inglórios, mas não acho que esse ano será do Tarantino.

1994, porém, foi um grande ano. Essa categoria foi apresentada por Robert De Niro e Al Pacino (eu sei: OMG! OMG! OMG!) e os concorrentes eram Forrest Gump, 4 Casamentos e 1 Funeral, Pulp Fiction (Melhor Overdose e Dança), Quiz Show e Um Sonho de Liberdade.

E o ganhador é um clássico, daqueles que a gente cita frases até hoje:

Actor in a Leading Role

Meu feeling diz que esse ano será do Jeff Bridges. A minha torcida é pelo Colin Firth (na verdade, eu só não fico feliz se o Jeremy Renner, de Guerra Ao Terror, ganhar. Nada pessoal, mas acho que pode comer um pouco mais de grama antes de levar a estatueta para casa).

Há muito tempo ele não faz um filme bom, mas tudo bem. Depois de Hannibal Lecter, Anthony Hopkins pode tudo.

Eu aposto, porém, que você se lembra do ROBERTO!

  

E ainda, na noite de homenagem ao Sidney Poitier

o Oscar (oh, I Love My Life!) do Denzel.

Actor in a Supporting Role

Dá um aperto no peito pelo Christopher Plummer, mas it’s a Bingooo. Christoph Waltz é o cara!! 

A lista de atores coadjuvantes é impressionante, mas alguém é páreo para o Coringa do Heath Ledger?

And this is for his beautiful Matilda! \o/

 Actress in a Leading Role

 Todo mundo sabe que eu amo a Meryl. E ela passou por todo o estresse pré-premiação 16 vezes e pela frustração de voltar com as mãos abanando 14 vezes.

Meryl darling, I’m sorry. Receio que essas estatísticas vão aumentar, porque eu também estou torcendo para a Sandra.

E o momento? Ah, a Julia né? Adoro Julia, adoro o sorriso, a gargalhada, a veia estourando na testa, adoro o humor, adoro o vestido, love it all!!

Evocando o passado rapidamente, um bocadinho de Audrey (ainda mais por A Princesa e O Plebeu que foi um dos primeiros posts desse blog —->veja aqui.)

Actress in a Supporting Role

Eu não vou escolher a Mo’Nique, porque eu tenho medo dela. So the Oscar goes to… Maggie Gyllenhaal!!

 E escolher uma ex-ganhadora foi difícil. Teve a Jennifer Hudson (porque eu gosto dela, gosto de Dreamgirls e gosto de American Idol),

a Catherine Zeta-Jones (que quase deu a luz na premiação) e

a Penélope.

Animated Feature Film

Eu torço por UP e o adorável Mr. Fredricksen(cuja voz é do Christopher Plummer).

 Essa categoria passou a existir em 2001 somente – tanto é que A Bela e A Fera concorreu a Melhor Filme no passado.

Directing

Tarantino, bóvio!

 E um momento marcante (e idiota, mas conveniente) foi o James Cameron gritando I’m the king of the world!

(E, se ele já se sente o rei do mundo, ele não precisa ganhar agora, certo?)

Writing (Original Screenplay)

Tarantino por Bastardos Inglórios!

 

E quem esquece dessa dupla?

Music (Original Song)

Nine! Nine! Nine!

Essa é uma das categorias que eu mais gosto e costuma nos brindar com apresentações marcantes, como a Madonna nervosa e desafinada com You Must Love (Evita),

um Aerosmith comportado (Armageddon),

a Whitney engolindo a Mariah (O Príncipe do Egito),

e Celine e Andrea Bocelli, cantando a música da animação A Espada Mágica (lembro que a Meryl chorou!! ´É, sim, de tão lindo!!).

Aliás, você pode não gostar dela, mas Celine reina no Oscar. Cantou a música de A Bela e A Fera,

 do Titanic e

de Íntimo e Pessoal.

Nesse ano (1997), ela cantou ainda I Finally Found Someone, de O Espelho Tem Duas Faces. A música é da Barbra, que se recusou a comparecer a cerimônia por não ter sido indicada a melhor atriz. Bafão!!!

Essa é a original, com Barbra e Bryan Adams.

Adooooooooooooooooooooooro!

PS1: Outro bafão, desta vez do ano passado, a Jen Aniston toda sorridente em frente ao Brad.

PS2: Tem o beijão do Adrien Brody na Halle ‘Storm’ Berry.

PS3:  o escândalo do Cuba Gooding Jr.

PS4: E aí?

O Guarda-Costas por Melhor Premiação

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Toda premiação é a mesma coisa – muitas lágrimas, sorrisos nervosos, discursos histéricos… mas O Guarda-Costas, de 1992, quebrou todos os paradigmas:  

– a vencedora do Oscar, Rachel Marron, sofre um atentado ao vivo;

–  o morto-vivo Frank Farmer dá um banho de profissionalismo e mata, também ao vivo, o terrorista;

– Whitney Houston dá um banho de interpretação (sic) e arranca lágrimas quando grita It’s not me! It’s not me! He’s my bodyguard!!, enquanto  se  esforça para mantê-lo longe da luz.

E depois de tanto suspense, o alívio e o reencontro ao som de ‘And Iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…”

Foi muito difícil encontrar uma categoria para esse filme, que é um verdadeiro clássico. Cogitei colocar como Melhor Date, mas temos que admitir que Rachel e Frank não tinham muita química.

O primeiro encontro chega, inclusive, a causar vergonha alheia. Se Whitney Rachel tivesse visto Ele não está tão a fim de você, ela saberia que daquele mato não sairia muito cachorro.

Durante todo o date, ela fala feito uma maníaca (chata), ele mal olha para ela e aposto que só pega para provar que é macho. Ah, e a cena da espada refletindo a luz nos olhos deles?

Veja você mesmo:

Mas eu não quero detonar o filme por três motivos:

1- Eu confesso que era louca por ele no passado (a fita VHS deve estar guardada em algum lugar).

2- Eu gosto até hoje da trilha sonora, que rendeu duas indicações ao Oscar. Uma por Run to You

… e outra por I Have Nothing.

3 – Esse post celebra a volta da Whitney, após um afastamento de sete anos. É isso mesmo, minha gente!

31 de agosto é a data oficial do lançamento do novo disco, que pode ser conferido no site dela.  Eu já tenho, inclusive, a minha faixa preferida do  sexto álbum,  I Look to You.

Trata-se de Million Dollar Bill, que tem a cara de Alicia Keys, até porque foi escrita por ela, e o vozeirão inconfundível da Diva.

Segundo a Reuters, as primeiras críticas do álbum são promissoras e a Arista Records, da Sony, espera que ele seja um dos discos mais vendidos do ano.

PS1: O Guarda-Costas foi o début de Whitney nas telonas. Antes disso, ela tinha participado somente da série Gimme a Break!. Depois do sucesso com o Kevin Costner, ela fez, além de participações especiais na TV, os seguintes filmes:

Falando de Amor, com a  Angela Basset. A trilha sonora, que contava também com Aretha Franklin e Mary J Blige,  foi feita pelo Babyface, gerou bom barulho e concorreu a 3 Grammy. Exhale (Shoop Shoop) é a faixa título:

Um Anjo em Minha Vida, com Denzel Washington.

PS2: Voltando ao O Guarda-Costas, o filme concorreu em 7 categorias (venceu em duas) ao MTV Movie Awards. A minha preferida? A indicação a homem mais desejado,  Kevin Costner. hahahahaha. Muito bom, MTV!!

E, claro, o filme da Whitney também arrasou no Framboesa de Ouro, recebendo sete indicações – pior filme, pior ator, pior atriz , pior revelação , pior canção original (Queen of the Night) e pior roteiro.

PS3: Whitney voltou ao Oscar em 1999 para cantar, ao lado de Mariah Carey, When you believe.  Produzida por Babyface, o hit ganhou o Oscar como Melhor Canção Original de O Príncipe do Egito, da Dreamworks.

Confira o dueto:

PS4: Esse post é dedicado ao Ricardo e toda a galera do Dona Rachel, que continuará sendo tendência. Afinal, Iiiiiiiiiiiiiii will always loooove youuuuuuuuuuuuuu, will alwaaaaays…