The Ides of March por Melhor Poster


É isso mesmo! O filme nem estreou ainda e já recebe uma indicação nesse blog. Merecido, vai?! Esse poster, 50% Ryan e 50% George, é sensacional.

 

PS1: Já tinha mencionado esse filme aqui.

PS2: O roteiro e a direção são assinados pelo George.

PS3: Assista ao trailer:

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A Minha Versão do Amor por Melhor Nome, Melhor Constatação e Melhor Medo

 

A Minha Versão do Amor é um dos melhores filmes da temporada definitivamente – surpreende,  arranca risadas, suspiros e muito lágrimas.

Eu adoro o nome da empresa de Barney – TOTALLY UNNECESSARY PRODUCTIONS, um estúdio onde é produzida uma daquelas novelas melodramáticas e intermináveis, como Days of our lives.

Adoro como ele defende a nova paixão…

I cannot believe that this really happens. It really happens!  Just like that! It’s amazing, no? And I don’t care if it happens on my wedding night, at a funeral, on my death bed. It happened!  

e como declara o medo do silêncio.

I just gonna keep talking here, because I’m afraid that if I stop there’s gonna be a pause or a break and you’re gonna say: it’s getting late or I should get going. And I’m not ready for that to happen. I don’t want that to happen. Ever.

 

PS1: Veja o trailer de A Minha Versão do Amor:

PS2:  Este filme foi indicado ao Oscar 2011 por Melhor Maquiagem. Paul Giamatti, sensacional, levou o Globo de Ouro, também deste ano, pela performance.

Sideways por Melhor Ataque Nervoso e Melhor Explicação

É impossível assistir Sideways e não morrer de vontade de tomar uma taça de vinho – ainda mais para quem aprecia o motivo dado pelo Miles…

Uhmm, I don’t know, I don’t know. It’s a hard grape to grow, as you know. Right? It’s, it’s thin-skinned, temperamental, ripens early. It’s, you know, it’s not a survivor like Cabernet, which can just grow anywhere and uh, thrive even when it’s neglected. No, Pinot needs constant care and attention. You know? And in fact it can only grow in these really specific, little, tucked away corners of the world. And, and only the most patient and nurturing of growers can do it, really. Only somebody who really takes the time to understand Pinot’s potential can then coax it into its fullest expression. Then, I mean, oh its flavors, they’re just the most haunting and brilliant and thrilling and subtle and… ancient on the planet.

… ou o da Maya:

I like to think about the life of wine. How it’s a living thing. I like to think about what was going on the year the grapes were growing; how the sun was shining; if it rained. I like to think about all the people who tended and picked the grapes. And if it’s an old wine, how many of them must be dead by now. I like how wine continues to evolve, like if I opened a bottle of wine today it would taste different than if I’d opened it on any other day, because a bottle of wine is actually alive. And it’s constantly evolving and gaining complexity. That is, until it peaks, like your ’61. And then it begins its steady, inevitable decline.

Nada se compara, porém, aos ataques do Miles  e o melhor deles, que me faz ter crise de riso quando vou escolher um vinho no supermercado, é definitivamente esse:

Cheers!

Frame: TV Movies

Você notou a ascensão dos filmes e minisséries feitos para a TV? 

A qualidade das obras feitas por canais, como HBO e BBC, é tão incontestável, que novas oportunidades surgiram para jovens talentos, anônimos e tarimbadas estrelas de Hollywood.

É o caso, por exemplo, de Grey Gardens, que arrebatou Emmys e Golden Globes. O filme mostra a vida excêntrica de duas socialites, parentes de Jackie O, que viraram protagonistas de um documentário anônimo em 1973, no auge da sua decadência.

A história é muito bem construída, a produção é impecável e a atuação de Jessica Lange e Drew Barrymore, você sabe, irretocável. Ainda assim,  devo confessar que particularmente, não sou muito fã do filme. Sabe quando você cria muita expectativa?

Mas temos outros exemplos. Tom Hanks assinou a produção de John Adams e Paul Giamatti, que interpretou o ex-presidente americano, também foi premiadíssimo por sua performance.

A própria Helen Mirren fez, ao lado de Jeremy Irons, Elizabeth I e Kevin Bacon arrebatou um Globo de Ouro por Taking Chance.

De todas as produções, a minha preferida ainda é Pride and Prejudice, feita pela BBC em 1995, com Colin Firth (já falamos dela aqui no blog).

Fiquei curiosa, porém, para ver Temple Grandin. O filme estreia no próximo dia 6/02 nos EUA,   tem Claire Danes no papel principal e Julia Ormond, a eterna Sabrina, no elenco. 

PS1: Eu gosto muito da Claire Danes e acho que ela é subaproveitada em Hollywood. Vamos falar mais dela. Em breve. Titia promete, tá?  

PS2: Quem ainda não viu Grey Gardens tem a chance de assistir hoje, 28/01, no Cinemax às 0h.

PS3: Não confunda o Taking Chance do Kevin Bacon com esse Taking Chances

ME-DO!

PS4:  Momento Nacionalista – nós também temos ótimas produções. Dalva e Herivelto foi uma delas.

Duets – Vem Cantar Comigo por Melhor Dueto

O que você precisa saber sobre esse filme:

1. foi co-produzido e dirigido pelo Bruce Paltrow, o que explica a presença da Gwyneth, que ganhara o Oscar um ano antes.

2. Quem também participa do longa é o Scott Speedman, o Ben de Felicity.

3. A cena abaixo é praticamente a única que vale no filme inteiro.

PS1: Da série fofocas que nós amamos: Speedman assumiu o papel após Brad Pitt terminar o noivado com Gwyneth.

PS2: E alguém se lembra por que o romance chegou ao fim? Segundo a EW, we’ll never know for sure if the reason was lust — or greed, envy, sloth, or any of the other deadly sins.

PS3: O melhor de Duets ainda é a trilha sonora, o que inclui a Mrs Chris Martin cantando Bette Davis Eyes.