Frame: 20 filmes para ficar de olho

20. Tudo Pelo Poder

Sem estrear, The Ides of March, ou Tudo pelo Poder, já ganhou indicação nesse blog (veja aqui). Os cinéfilos também  apostam que Ryan e George estão garantidos na corrida pelo Oscar. Sorte de que quem pode aproveitar a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e não precisa segurar a ansiedade até a estreia oficial.

19. Os Vingadores

Nem precisa explicar, certo?

18.  J. Edgard

Será que é dessa vez, Leo?

17. Um Dia

Só um aviso: leia antes o livro de David Nicholls.

16. A Dangerous Method

Que trio! Viggo, Fassbender e Keira são, respectivamente, Sigmund Freud, Carl Jung e Sabina Spielrein.

15. Coriolanus

A estreia de Ralph Fiennes como diretor.  E repare no elenco.

14.  Albert Nobbs

Para aqueles que achavam que Glenn Close estava esquecida em Damages

13. The Rum Diary

Sem desmerecer a dobradinha com Tim Burton ou Jack Sparrow, é bom ver  Johnny Depp em um papel contemporâneo – ainda mais, ao lado de Aaron Eckhart, Richard Jenkins e Giovanni Ribisi.

12.  My Week With Marilyn

Nem que seja só para criticar a Michelle Williams.

11. War Horse

A peça de teatro é bem famosa. O filme, produzido por Spielberg, promete ser tão emocionante quanto.

10. The Descendants

Oh, George…

9. Warriors

Este filme colocou Tom Hardy no radar dos críticos e ainda ressuscitou Nick Nolte.

8. Margin Call

Kevin Spacey, Stanley Tucci, Paul Bettany, Jeremy Irons…você precisa de mais algum motivo?

7.  Drive

Porque  Ryan Gosling é o cara!

6. Martha Marcy May Marlene

Esqueça as gêmeas Olsen. Quem brilha na família agora é Elizabeth Olsen.

5. O Abrigo

Depois de Revolutionary Road, Michael Shannon interpreta mais um excêntrico ou lunático. A atuação dele e de Jessica Chastain, de A Árvore da Vida, têm sido bem elogiada.

4. 50/50

Fofiiiiinho…

3. Amanhecer Parte 1

Quem eu estou querendo enganar?

2. Shame

Boa repercussão e um colírio, né?

1. Tinker Taylor Soldier Spy

Oh, be Sirius…é o Gary Oldman.

Comer Rezar Amar por Melhor Guru

Nããããããããoooo. Eu não estou falando do Ketut, mas do Ricardo do Texas ou Richard from Texas. É o amigo falastrão, interpretado pelo maravilhoso Richard Jenkins.

É ele quem ensina a Liz as melhores lições. A primeira delas…

 

Are you shitting me? The meditation room is within, groceries, decorate that! (…)You have to learn to select your thoughts the same way that you select your clothes every day. Now that’s a power that you can cultivate. You wanna come here , you wanna control your life so bad, work on the mind. And that’s the only issue you should try to control. ‘Cause if you can’t master your thoughts, you are in trouble forever. (…) Stop trying, surrender. Go under the garden and just sit there and still your mind and see what happens. Why don’t you let it be?

Mas a minha preferida é essa:

 

Big deal. So you fell in love with someone.  So miss him. Send him some light and love every time you think of him and drop it.  If you could clear out all that space in your mind that you’re using to obsess over this guy and your failed marriage, you’ll have a vacuum with a doorway. And do you know what the universe do with the doorway? Rush in – God, rush in – and fill you with more love than you’ve ever dreamed of. Groceries, I think you have the capacity someday to love the whole world.

E Liz aprendeu:

 

PS: Richard From Texas também ficou famoso e possui hoje um site. Abaixo o verdadeiro Richard e Liz.

Amor e Luz, minha gente!!!

Crítica: Comer Rezar Amar

Eu demorei para ver Comer Rezar Amar.  Estava ansiosa para ver Roma, para me encantar (de novo) com  Julia, para me surpreender com o Ryan Murphy, para babar pelo Javier Bardem… mas demorei porque não gosto de filas e também porque desanimei com a decepção de alguns amigos e familiares com o filme.

Comer Rezar Amar não é para qualquer um, assim como qualquer livro de auto-ajuda. Não é profundo e nem ter que ser.

Comer Rezar Amar é sobre uma experiência. Mais do que largar o emprego e o conforto para viajar o mundo , é a transformação,  olhar o mundo de outra forma, dar-se a oportunidade de enxergar beleza e vida em pequenas coisas, perdoar-se e ter coragem de viver tudo de novo.

Não é qualquer um que entende isso, que se conecta com isso. Eu mesma, quando li o livro, não me envolvi  tanto. Fixei-me em Roma, a minha cidade dos sonhos, a mais linda do mundo, a que transformou a minha vida. O Bel Far Niente, como destaca a didática conversa na barbearia.

No filme, o Rezar e o Amar tiveram outro significado para mim. Emocionei-me com a dolorosa busca pela paz interior. Chamou minha atenção o conselho de Richard: pense na pessoa, mande amor e luz e esqueça.

O romance tornou-se pequeno perto do medo de perder algo tão difícil de ser encontrado: o equilíbrio.  Javier Bardem só ganhou dinheiro e popularidade com esse filme, porque a cena em que chora, ao se despedir do filho, dá vergonha, assim como seu portunhol. E daí, né?  Se o mote é equilíbrio, a atuação (ou papel?) fraca é compensado pelo seu charme latino.  Um pouco de colírio nunca é demais nessa vida, certo? 😉

No mais, destaco Julia, mais linda do que nunca. Eu realmente acho que há algo em certas pessoas. Um carisma inexplicável. Julia é uma delas. Alguém consegue não reagir quando ela abre aquele sorrisão?

PS1:  O filme deixou de fora o trecho que eu mais gostei no livro. Veja aqui.

PS2: Lembrem-se:  “My Guru says that people universally tend to think that happiness is a stroke of luck, something that will maybe descend upon you like fine weather if you’re fortunate enough. But that’s not how happiness works. Happiness is the consequence of personal effort. You fight for it, strive for it, insist upon it, and sometimes even travel around the world looking for it”