Margaret por Melhor Surpresa

Margaret é um filme americano que conta a história de uma adolescente chata, que se envolve em um acidente de trânsito e decide buscar justiça.

A protagonista é vivida por Anna Paquin. Embora a moça tenha um Oscar no currículo (veja aqui), seus personagens são sempre enjoadinhos. Nem a Vampira escapou!

Em Margaret, infelizmente, não é diferente. A surpresa, porém, é o elenco: Matt Damon, Jean Reno, Kieran Culkin, John Gallagher Jr., Allison Janney, Matthew Broderick e Mark Ruffalo. Tá bom pra você?

 

PS: Margaret foi escrito e dirigido por Kenneth Lonerganque contou com a ajuda de Martin Scorsese e Sidney Pollack na edição do longa. Foi, em parte, financiado por Matthew Broderick.

 

OS INDICADOS OSCAR: Midnight Cowboy, My Fair Lady, Entre Dois Amores e Coração Valente

Ganhadores do Oscar, esses filmes também já receberam indicações nesse blog:

Esta cena de Dustin, ao lado de um quase irreconhecível John Voight, em Midnight Cowboy é um clássico do cinema. O filme de 1969 levou o Oscar de melhor filme, roteiro e direção.

Em 1964, Audrey Hepburn ficou com as mãos abanando, enquanto My Fair Lady saiu consagrado como Melhor Filme,  Ator, Direção de Arte, Cinematografia, Figurino, Direção, Música e Som. Nem neste blog ela teve chance perto do Professor Higgins.  

É claro que juntar Robert Redford, Meryl Streep e Sidney Pollack seria uma boa ideia. Boa ideia premiada, aliás, com 7 estatuetas (direção de arte, cinematografia, diretor, música, som, roteiro e filme) no Oscar de 1985. Aqui entre dois amores foi indicado a melhor poema e melhor DR. Reveja as cenas.

Nem parece que Mel Gibson, hoje persona non grata em Hollywood, é o mesmo cara que liderou Coração Valente e garantiu a conquista de 5 prêmios em 1995 – Cinematografia, diretor, efeitos, maquiagem e filme. E é dele essa frase inesquecível.

Sabrina por Melhor Corte de Cabelo e Escolha

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Atenção: Esse filme não é indicado para diabéticos.

Se você não é romântico nem nutre uma ou outra paixão platônica, pare agora de ler esse post.

Eu adoro a versão de  Sidney Pollack para Sabrina. Ele trocou Humphrey BogartWillian Holden e Audrey Hepburn por um charmoso Harrison Ford, um Greg Kinnear canastrão e uma Julia Ormond

Ah, a Julia Ormond… ela está longe de ter a graça de Audrey, mas há algo nela que eu não consigo explicar.  Talvez seja a discrição ou sotaque charmoso, que logo apresenta o enredo: Once upon a time, on the north shore of Long Island, not far from New York, there was a very very large mansion, almost a castle, where there lived a family by the name of Larrabee. (…) And over the garage there lived a chauffeur by the name of Fairchild, imported from England years ago, together with a Rolls Royce; and a daughter, named Sabrina.

Na versão de 1995, Sabrina trabalha na Vogue durante o seu exílio em Paris (que pai mais cruel é esse???). Enquanto tenta esquecer a paixão platônica por David, ela também descobre a fotografia (como se aquela cidade servisse como inspiração para alguém!! )

Na sua última carta antes de deixar a França, escreve que “Gertrude Stine said America is my country and Paris is my hometown. I’ll always feel that way about Paris. I want so much for you to know what it’s meant to me. Across the street someone is playing La Vie En Rose. They do it for the tourists but I’m always suprised at how it moves me. It means seeing life through rose colored glasses. Only in Paris where the light is pink does that song make sense, but I’ll have it in my pocket when I get home, and carry it with me whenever I go”.

Atenção:  você tem certeza que quer continuar lendo?

Se respondeu sim, veja o reencontro de Sabrina e David. Ele não a reconhece com os cabelos mais curtos e ainda confessa durante a festa de aniversário da Sra Larrabee: “Do you know how beautiful you are? You’re dazzling. (…) I don’t think you realize what you’ve done to me”.

O que um corte de cabelo não faz, minha gente?

PS1: Sim, esse é um dos meus filmes favoritos.

PS2: Ainda que obsessiva, eu adoro a paixão platônica dela pelo David. E a trilha que marca isso: ‘How Can I Remember’.

PS3: Gosto também da versão da amiga dela para ilusão e solidão. “Illusions are dangerous people. (…) I came here from Province alone, uneducated, for 6 months, no more than that a year, I sat in a cafe, drank coffee and wrote nonsense in a journal, then suddenly it was not nonsense – I went for long walks and I met myself in Paris. You seem embarassed by loneliness – but you see, it’s only a place to start”.

PS4: E aí ela volta um pouquinho mais esperta de Paris, conhece o outro irmão e solta uma dica: I know you work in the real world and you’re very good at it. But that’s work. Where do you live, Linus?

Afinal, More isn’t always better (…). Sometimes it’s just more.

OMG!

PS5: E, para fechar, eu adoro o pai dela que escolheu ser motorista para ter tempo para ler. Ho ho ho! Danado, esse velhote!

Meryl Streep por Melhor Atriz

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Essa é uma homenagem a ela, que completou nessa semana, segundo o Petiscos, 60 anos.

Confesso que levei algum tempo para entender a Meryl Streep.  O primeiro filme que lembro ter visto dela foi Ela é o Diabo, no qual interpretava uma escritora bonitona que roubava o marido de Roseanne Barr (que fim terá levado??).

Depois foi a vez de Pontes de Maddison, que ela quase matou todo mundo de tanto chorar, e O Rio Selvagem, no qual provou ter coragem para enfrentar até o Kevin Bacon (porque, convenhamos, as corredeiras eram fichinha perto dele!!  Ele só foi bozinho em Footloose. He is the devil!).

Aí eu fui crescendo e conhecendo melhor o currículo dela, que é recordista em indicações ao Oscar. Meryl (sacou a intimidade?) arrasou em As Horas, estava superb em O Diabo Veste Prada,  Leões e Cordeiros… aliás, nesse filme ela voltou a fazer parceria com Robert Redford, com quem já tinha contracenado em Entre Dois Amores.

Recentemente, essa obra entrou para a Cinemateca da Veja. Lançada em 1985, foi dirigida por Sidney Pollack e arrebatou  7 Oscar (Meryl, que está linda de viver nesse filme, foi indicada mas não levou a estatueta para casa).

Como se não bastasse ser reconhecidamente uma excelente atriz, ela ainda sabe cantar. Maaan, she C-A-N sing!!

Mais do que isso: em um momento Cindy Lauper, ela contou que resolveu fazer Mamma Mia para se divertir, mesmo sabendo que poderia constranger os seus filhos com as cenas pastelão do musical.

Para comemorar, então, o aniversário da nossa diva, escolhi uma cena que definitivamente deixou as atrizes que interpretam Donna Sheridan nos teatros mundo afora bem preocupadas.

PS1: A Universal lançou um novo DVD, com um segundo disco que traz….preparem-se…um sing along de Dancing Queen e Take a Chance on Me. Dá para ter um gostinho no site oficial.

PS2: Em agosto, estreia o novo filme de Meryl, Julie & Julia, que conta a história de uma profissional frustrada que muda sua vida após lançar um blog com receitas. Amy Adams e Stanley Tucci também participam do filme, cujo roteiro foi escrito por Nora Ephron. Sim, mulheres, nós amamos Nora Ephron, responsável por Harry&Sally, Sintonia de Amor e  Mensagem Para Você. Veja o trailer aqui.