Na Teia da Aranha por Melhor Policial e Melhor Explicação

A TV fechada rende boas surpresas eventualmente. Ontem, por exemplo, revi,  sem querer, Na Teia da Aranha no Telecine Action.  Eu lembrava pouca coisa desse thriller psicológico (bonito isso né?) lançado em 2001 e simplesmente não consegui mudar de canal até chegar ao fim do filme.

É claro que o meu cerebrozinho idiota ficou borbulhando de ideias, mas a principal delas é que o Morgan Freeman Alex Cross é muito, mas muito melhor que qualquer CSI e Law and Order da vida.

Esse  é o segundo suspense do detetive interpretado por Morgan Freeman. A primeira aparição dele é em Beijos que Matam, também muito bom.

Em Na Teia da Aranha, Alex Cross está fragilizado pela morte de sua parceira, o que não o impede de desvendar o crime como quem brinca com o jogo dos 7 erros.

E tem mais: psicólogo tarimbado, ele ainda dá conselhos sobre carreira. Quando a agente do Serviço Secreto Jezzie Flannigan diz que deveria procurar outro emprego, menos desafiador, Dr Cross responde:

Alex: You do what you are Jezzie.
Jezzie: You mean you are what you do.
Alex: No, I mean, you do what you are. You’re born with a gift. If not that, then you get good at something along the way. And what you’re good at, you don’t take for granted. You don’t betray it.
Jezzie: What if you do, betray your gift?
Alex: Then you betray yourself. That’s a sad thing.

PS1: Aliás, sabe quem é a Jezzie? A Monica Potter, a Kristina, de Parenthood.

PS2:  Outro ator que interpreta um agente do Serviço Secreto é Billy Burke, também conhecido como Chief Swan, pai da Bella, da saga Twilight.

PS3: Você não se lembra de Beijos que Matam? Veja o trailer então:

PS4: Se você também achou que Alex Cross poderia ser o detetive de Se7en, enganou-se. O parceiro de Brad Pitt era William Somerset.

PS5: Alex Cross é o personagem de uma série escrita por James Patterson.

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A Ilha do Medo por Melhor Trailer e Melhor Dúvida

Para mim, Shutter Island é o melhor filme do ano. E tudo começou com esse trailer completamente AS-SUS-TA-DOR:

Depois de tomar coragem por semanas, lá fui eu conferir a obra-prima do Scorsese e a performance do Leo, Mark RuffaloMichelle Williams e Ben’ Gandhi’ Kingsley.

Saí do cinema com a promessa, já anunciada no twitter, de não mais chamar o Leo de menina.

Compartilho também a cara de interrogação/desespero/dúvida do Mark Ruffalo quando Teddy diz:

Which would be worse: to live as a monster or to die as a good man?

Como diria Peter Travers, da Rolling Stone, “Scorsese makes dark magic in this mesmerizing mind-bender. No one who lives and breathes movies would dream of missing it“.

PS1:  Já que esse blog virou, nessa semana, um confessionário, vou admitir que a Michelle também merece palmas. Ao contrário da Katie Holmes, ela deixou para trás a Jen, de Dawson’s Creek.

PS2: E é mãe da Matilda, filha dela com o Heath.