A Condenação por Melhor Irmã e Melhor Amiga

Por causa de um título horrível, você pode perder um bom filme. Obviamente não escolhi A Condenação (2010) pelo título, assim como não escolho livros pela capa. Mas Conviction, o título em inglês, é muito melhor e após assistir o filme você entende porque ele não só é adequado como bom.

Mas confesso, escolhi sim pela protagonista, Hilary Swank. Sou atraído por essa mulher e por todos os seus filmes. Você pode dizer que ela é feia, magricela e coisa e tal, mas man, ela tem mojo! (e é uma p… atriz). Imaginei, portanto, que ignorando o título medonho eu poderia ter bons momentos com ela. Não me arrependi. Hilary não me decepcionou e só me surpreendeu no papel de uma mulher que acima de tudo ama seu irmão e como dito no próprio filme, sacrifica sua vida por ele, condenado a passar o resto dos dias na prisão. Convicta (sacou?!) de sua inocência, ela abre mão dos seus desejos, do tempo com os filhos, do marido e da sua vaidade numa cruzada durante 18 anos em busca de uma forma de tirá-lo da cadeia.

O filme é baseado em uma história real. Não sabendo disso, passamos boa parte do tempo imaginando mil finais possíveis que o deixariam, eu diria, hollywoodmente mais interessante. A realidade pode não ser tão empolgante quanto sua imaginação. Mas, nesse caso foi surpreendentemente muito bom. Sempre tenho horas maravilhosas com Hilary. ;D

Ah…sabe quem também está nesse filme?! No papel da Melhor Amiga que diz o que você não quer ouvir, mas precisa?! (E todo mundo precisa de uma amiga dessas, não é mesmo?!) É a Minnie Driver, lembra dela? Eu a adoro. Ela também não é um padrão Hollywood, tem um rosto lindo, mas de proporções exageradas, um bocão, olhos enormes emoldurados por aqueles cabelos cacheados, completamente diferente do comum. Mojo! Ela também está mais madura e muito menos esganiçada do que você lembra em Gênio Indomável.

Beijos , Filipe

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Marley & Eu por Melhor Amizade

Já que o Telecine nos brinda com Marley & Eu dia e noite/noite e dia, achei conveniente falarmos desse filme.

Eu tinha lido o livro do John Grogan e por isso já entrei no cinema chorando e devidamente equipada com uma caixa de lenços. E esse também é o motivo pelo qual Marley & Eu foi encaixado nessa categoria, que pode parecer para você um baita clichezão.

Nas palavras do John:

It was really quite simple, and yet we humans, so much wiser and more sophisticated, have always had trouble figuring out what really counts and what does not.  Sometimes it takes a dog with bad breath, worse manners, and pure intentions to help us see.  Ask yourself, how many people in the world can truly make you feel rare, pure, and extraordinary?

Só um grande amigo, o MELHOR amigo, folks!

Porque  “A dog doesn’t care if you’re rich or poor, educated or illiterate, clever or dull. Give him your heart and he will give you his“.

Outras coisas que eu adoro nesse filme?

– quando o Marley apóia o focinho no joelho da Jen, que chora após sofrer o aborto espontâneo.

– o adestramento (ou a tentativa de) com uma Kathleen Turner horripilante (vc realmente culparia o Marley?)

–  todas as trapalhadas embaraçosas dele. #prontofalei.

Um Grande Garoto, por Melhor Amizade

cinema1

Infelizmente nem todo mundo tem a sorte de ter esse tipo de amigo, tampouco de saber o que é uma amizade verdadeira. 

Sabe aquele cara que segura sua onda nos momentos que você mais precisa, que tenta te impedir de cometer uma bobagem e, quando não dá, paga um mico maior que o seu e ainda transforma aquele momento em algo a ser contado para seus outros amigos, filhos, netos e tataranetos?